E Agora, Como Viveremos?

Apologética em casa e na igreja

28/01/2010 · 1 Comentário

O Desafio de defender a fé na pós-modernidade
No exercício do ministério, inúmeras vezes ouvi, e infelizmente ainda ouço, lamentações de pais cristãos, que viram seus filhos chegar à adolescência e saírem da igreja. A triste constatação é que não sou o único que sei desse fato, e, não é somente no Brasil que o fenômeno se apresenta. A renomada escritora e apologista, Nancy Pearcey, conta no quarto capítulo de sua importante obra Verdade Absoluta (CPAD), que abandonou a fé em sua adolescência. O motivo, por incrível que pareça, é praticamente o mesmo de todos os outros teens: “Eu freqüentara a igreja por toda a minha vida (meus pais cuidaram disso) e também a escola primária luterana. Ao longo dos anos, memorizara hinos, versículos bíblicos, os credos e o catecismo luterano, e sou imensamente grata por essa formação. [Porém] Nunca aprendera nada sobre apologética, ou recebera ferramentas para analisar idéias, ou fora ensinada a defender o cristianismo contra os outros ‘ismos’”.1

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A calamidade moral que devasta famílias

18/01/2010 · 4 Comentários

Ruth de Aquino

Uma tragédia como a do Haiti desperta o melhor em nós. A compaixão, a solidariedade, o amor por desconhecidos. São sentimentos comuns em missionários como Zilda Arns. Ela morreu pregando “luz e esperança na conquista da paz nas famílias e nações”. Na igreja que desabou e a levou aos 75 anos, Zilda apontou a família como a estrutura maior dos valores éticos. O amor fraterno, disse Zilda, começa na gestação, “no ventre sagrado da mãe”.

“Não existe ser humano mais perfeito, mais solidário e sem preconceitos que as crianças”, disse em sua última palestra Zilda, viúva, mãe de cinco filhos, 12ª de 13 irmãos – três irmãs religiosas e dois sacerdotes franciscanos. Fundadora da Pastoral da Criança e a da Pessoa Idosa, essa catarinense do bem se empenhava em reduzir a mortalidade infantil e a violência doméstica. “A paz começa em casa” era um de seus lemas.

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A revista Veja e a sua publicidade negativa da Bíblia: A moderníssima e mais eficaz forma de desconstrucionismo

30/12/2009 · 8 Comentários

por César Moisés Carvalho

Olhando superficialmente, parece ter sido simplesmente falta de assunto ou uma forma de desviar a “conversa” do foco de discussão (leis desumanas e imorais, legislativo em frangalhos etc.), mas a revista Veja “resolveu” na edição desta semana que antecede a celebração do Natal, abordar a Bíblia Sagrada. É o tipo de reportagem que faz mais mal que bem. Lança mais obscuridade que esclarece. Inibe mais que instiga. Por isso, espero que nenhum cristão se apresse em alegrar-se dizendo que até mesmo os incrédulos estão se “dobrando” e reconhecendo o poder da Palavra. Na realidade, o que parece ser inicialmente mais uma daquelas reportagens em que o jornalista entende do assunto tanto quanto de física quântica (isto é, “nada”), é meramente uma forma disfarçada de censurar a Bíblia. Assim, não se pode ser simplista afirmando que o que faltou foi uma consulta a alguém que entende de Bíblia, a um teólogo ou biblista, porque, decididamente, este não é o ponto, pois se a equipe encontra algo muito mais difícil que isto, conversar com alguém entendido do assunto não seria problema. É tanto que a reportagem reconhece a verdade de que é inegável a importância da Bíblia até mesmo do ponto de vista sócio-cultural para o que conhecemos como mundo ocidental:

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A busca e conquista do nada*

30/12/2009 · 3 Comentários

_José_San_Martín_

*Nada = “essas coisas”, em Mateus 6.33: Dinheiro→ casa→ carro→ comida→ roupa-lavada→ mais e mais…

O neopentecostalismo [1] tupiniquim prossegue satisfazendo projetos de poder de manipuladores da fé dos analfabetos bíblicos, tolos ou não. Continua a ecoar nos montes da enganação gritos, como “pense positivo”, “fale a palavra da fé”, “melhore sua auto-estima – especialmente a do seu bolso”, assuma seu direito de “homem-deusinho”, “seja bem-sucedido financeiramente em tudo”, “tome posse do que quiser”… e toda arenga copiada de pregadores-gurus norte-americanos. Sacos de dinheiro, bens cintilantes e suspeitos. Emissoras de rádio, TV, jornais, revistas e internet — comunicação de massa pró-egocentrismo. Deus escravo de caprichos humanos, Soberano jamais. A patacoada vai patrolando marcos antigos, Preceitos que por séculos balizam a vida dos fiéis.

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Pulserinhas coloridas do sexo: a nova e perigosa moda entre adolescentes

16/12/2009 · 15 Comentários

por Valmir Nascimento Milomem

Vez ou outra aparece uma moda entre os jovens e adolescentes. A mais recente são as pulserinhas de silicone coloridas e finas, compradas às dúzias por até R$ 2. A prática surgiu na Inglaterra e graças às redes sociais rapidamente se espalhou pelo mundo, chegando agora ao Brasil.

Aparentemente são inofensivas, como uma espécie de adereço, acessório de vestimenta e aparência. Porém, o que muitos não sabiam é que cada cor do bracelete possui um significado, que ”corresponde a um comportamento afetivo ou sexual, que pode ir de um abraço, na amarela, a uma relação sexual, na preta. Para exigir o gesto, seria preciso arrebentar a pulseira de quem a traz no pulso” [1].

Ignorantes em relação ao significado das pulserias, muitos jovens  e adolescentes começaram a utilizá-las inocentemente, como é o caso da estudante paulista  Bárbara Campos, de 15 anos. “Eu parei de usar quando descobri, mas vejo um monte de meninas do fundamental usando sem saber”, diz ela. Seu namorado, no entanto, ainda carrega três pulseiras no pulso: uma preta, uma branca e uma vermelha. “Se outra menina estourar as pulseiras dele, eu vou ficar muito brava.” [2]

A questão é mais perigosa do que se imagina. Apesar de alguns pais e até especialistas acharem que se trata somente de uma moda passageira e que não precisam proibir o uso, vale atentar para o fato de que o comportamento grupal dos adolescentes e jovens de hoje pode resultar em graves consequencias para aqueles que mesmo sem conhecimento fazem uso de tais pulseiras. Como observou a psicoterapeuta Ana Olmos, “Quero ver o que pode acontecer se um menino rasgar a pulseira de uma menina que não sabe o significado daquilo. Se estiver em grupo, ele pode forçá-la a concretizar seu desejo. Isso está se espalhando como um código de grupo”, diz a psicoterapeuta, para quem os pais devem explicar a situação aos filhos. “Se um menino é um abusador contumaz, não vai deixar de abusar – seja sexualmente, seja em outras esferas. A pulseirinha é mais uma porta.” [3]

Mas, por outro lado, há aqueles que conseguem impor uma ideologia absurda em referência aos códigos da cores. É o caso de Chico Sedrez, diretor educacional do Colégio Arquidiocesano de São Paulo. Ele diz: “Fizemos uma reflexão com as crianças sobre como se relacionar com os outros. A conotação mais aguda e preocupante é que é um jogo com conotações machistas” [4]. Ou seja, o problema, para Chico, é a conotação machista, só isso. Quézia, da Sociedade Brasileira de Psicopedagogia, também diz algo ridículo:  “Aprender o jogo da sedução faz parte da adolescência e por meio dele o adolescente constrói sua autoestima e autoimagem”. [5]

Portanto, o caso é sério. Mesmo porque, se não bastasse o problema em si, muitos ditos especialistas em sexualidade, os quais ocupam lugares de influência em escolas, acham que o problema é simplesmente de ordem ideológica (machismo) ou então que a prática ajudará na construção da autoestima e autoimagem do adolescente. Isto é, além de enfrentar a prática equivocada, os pais terão que derrotar alguns ditos peritos no assunto.

E Agora, Como Viveremos?

[1]  A polêmica das pulseiras. Revista Isto É, disponível aqui.

[2] A pulserinha do sexo. Revista Época, disponível aqui.

[3] Idem

[4] Idem

[5] Idem

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O cristão que se suicida perde a salvação?

08/12/2009 · 54 Comentários

por Valmir Nascimento Milomem

Tenho um profundo respeito pelo pastor Renato Vargens. Sempre que possível acompanho seu blog e leio atentamente seus escritos, os quais concordo em grande parte, especialmente suas denúncias em relação ao neopentecostalismo atual e às travessuras levadas a efeito por líderes e falsos pastores. Alguns posts, aliás, foram publicados aqui.

Entretanto, ele escreveu recentemente um artigo com o título “Os evangélicos e o suicídio” onde, motivado pelo acontecimento envolvendo a atriz Leila Lopes, aborda esse assunto tão delicado, o qual, com a devida vênia, não posso concordar.

Ele escreve: “Em primeiro lugar não acredito que um cristão verdadeiro cometa suicídio perca a sua salvação. A Bíblia ensina que a partir do momento no qual a pessoa verdadeiramente crê em Cristo, ela está eternamente salva (João 3:16). De acordo com a Bíblia, os cristãos podem ter certeza, sem sombras de dúvida, que têm a vida eterna, não importa o que aconteça. “Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna, e para que creiais no nome do Filho de Deus” (I João 5:13). Nada pode separar o cristão do amor de Deus! “Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor” (Romanos 8:38-39). Se nenhuma “criatura” pode separar um cristão do amor de Deus, e um cristão que comete suicídio é uma “criatura”, então nem mesmo o suicídio pode separá-lo do amor de Deus. Jesus morreu por todos os nossos pecados… e se um cristão verdadeiro, em tempo de crise e fraqueza espiritual, cometer suicídio – também este é um pecado pelo qual Cristo morreu“.

Ele ressalva, ainda: “Caro leitor, antes que você emita qualquer parecer é certo que todos concordamos que nenhuma pessoa racional tiraria sua própria vida e, quando isso ocorre, é um ato irracional de uma pessoa que está com algum distúrbio mental (…)“.

Antes de tecer qualquer comentário, é bom frisar  que não quero ser leviano ao efetuar a análise do texto do prezado pastor Renato Vargens. A reflexão que aqui se impõe diz respeito a um debate de idéias, fundamentado em um senso crítico aliado às minhas convicções bíblicas. Mantenho meu profundo respeito por sua pessoa, porém, nesse caso específico, não concordo com suas palavras.

Pois bem.

O pastor Renato Vargens acredita que um cristão verdadeiro que cometa suicídio não perde a salvação; isso porque, afiança ele, “A Bíblia ensina que a partir do momento no qual a pessoa verdadeiramente crê em Cristo, ela está eternamente salva (João 3:16)”.

Não tenho dúvida alguma que o ponto fulcral desse assunto gira em torno da própria concepção de salvação. Com efeito, a ponderação de Vargens tem no seu pano de fundo a doutrina calvinista, para quem, o homem, uma vez salvo, sempre salvo. De modo que, nem mesmo o suicídio “poderia separar o homem do amor de Deus”.

É interessante, mas, o suicído, ele mesmo aponta a incongruência da visão calvinista. Dizer que mesmo tirando a sua própria vida o cristão mantém a sua salvação é desconsiderar o valor da vida – dom magnífico de Deus. O homem foi criado segundo a imagem e semelhança de Deus; destruir o próprio corpo é desonrar o Criador. O apóstolo Paulo é categórico ao afirmar que nosso corpo é templo do Espírito, e que ele habita em nós (I Cor. 6.16); e que, por isso mesmo, “se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá; porque o templo de Deus, que sois vós, é santo” (1Co 3.17).

A salvação, portanto, não é uma licença para se fazer tudo que se queira, muito menos tirar a sua própria vida. O ato, em si, é uma demonstração de completa desesperança e falta de confiança no Doador da vida. Um ato de grande egoísmo, desconsiderando-se o sofrimento daqueles que ficam.

Além disso, o termo “nada” utilizado por Paulo em Rm. 8:38 não possui valor absoluto, devendo ser interpretado em conformidade com o próprio texto. Se assim fosse acreditaríamos que nem mesmo o pecado nos separaria de Deus. Mas a Bíblia diz que separa (Is. 59.2). Assim, é mais fácil que aqueles que pensam que serão salvos ouvirem a seguinte frase: “Eu nunca vos conheci; Apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade” (Mateus 7:23)”, do que serem salvos.

Suicídio, não tenho dúvidas, é pecado. E se assim é, não existe possibilidade de perdão, mesmo porque diz-nos a Bíblia que aos homens está ordenado morrerem um vez, vindo, depois disso, o juízo (Hb. 9.27). Portanto, não há meio termo.

Não bastasse tudo isso, outra pergunta que se faz necessária: Como pode um “cristão verdadeiro” ser tentado acima da sua possibilidade sendo levado a tirar a sua própria vida, se a Bíblia diz que: “Não veio sobre vos tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixara tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também escape, para que a possais suportar”? Se isso realmente for verdade, de que Deus perdoa o “crente suicida”, é de se concluir também que a Bíblia esta equivocada. E isso, obviamente, não dá para aceitar.

Voltando à palavras do pastor Renato Vargens, ele escreveu ainda “que todos concordamos que nenhuma pessoa racional tiraria sua própria vida e, quando isso ocorre, é um ato irracional de uma pessoa que está com algum distúrbio mental. Isso nos leva a uma outra pergunta: Pode o cristão sofrer de doença mental?”

Dizer que nenhuma pessoa racional tiraria sua própria vida e, quando isso ocorre, é um ato irracional de uma pessoa que está com algum distúrbio mental, é uma forma de abrandar a culpa do suicida, que estaria agindo de modo irracional. Ocorre que nem todos agem assim. Muitos, sim, podem estar abalados, mas não agem de modo irracional, que é a exclusão da sua capacidade de autodeterminação. Não. Na grande maioria eles sabem perfeitamente o que estão fazendo. Podem estar em profunda depressão ou angustia, mas agem de modo racional, de forma consciente.

Ao final, Vargens conclui: “Aproveito o ensejo em afirmar que não aprovo nem tampouco reconheço que o suícidio seja uma saída àqueles que sofrem. Acredito piamente que o Senhor Todo-Poderoso é capaz de trazer bálsamo as nossas vidas e emoções restaurando naquele que nEle crêr a alegria de viver.”

De fato. Mas que o tal crente suicida não é salvo, isso realmente não é!

No amor de Cristo!

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Pais e educação sexual

07/12/2009 · 6 Comentários

Artigo publicado nesta semana no site da Time revela que estudo feito pela revista Pediatrics descobriu que mais de 40% dos adolescentes tinham tido relações sexuais antes de falar com seus pais sobre sexo seguro, controle de natalidade ou doenças sexualmente transmissíveis.

Essa tendência é preocupante, disseram os especialistas, uma vez que adolescentes que falam com seus pais sobre sexo são mais propensos a atrasar a sua primeira experiência sexual e para a prática de sexo seguro quando elas se tornem sexualmente ativas.

 
 Os pais cristãos, sobretudo, precisam ter a coragem de mostrar os efeitos prejudiciais do sexo antes do casamento e não deixarem que a mídia, os amigos ou o curriculum estatal faça isso por eles. Até porque o cenário é preocupante. Nos últimos dias recebi duas reclamações de pessoas que participaram de eventos distintos acerca de educação sexual e saúde. Revelaram essas pessoas que o tom utilizado pelos ditos especialistas era a quase liberação total. Na platéia, é claro, estavam líderes, professores, pessoas de influência que multiplicariam tais conceitos aos seus alunos.
 

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Pesquisa atesta os prejuízos e os efeitos negativos provocados pela exposição à pornografia

03/12/2009 · 4 Comentários

Mais uma pesquisa atesta os prejuízos e os efeitos negativos provocados pela exposição à pornografia. Segundo o site Christian Post, a  Family Research Council lançou recentemente um novo estudo sobre os efeitos da pornografia sobre casamentos, filhos e indivíduos. Segundo Pat Fagan, autor do estudo, “homens, mulheres e às vezes até mesmo as crianças estão saturadas pelo conteúdo sexual, e, mais significativamente, é dito que ele não tem nenhum efeito real. É apenas um pouco de diversão”, dizem. Porém, como constatou a pesquisa, a pornografia “corrói a consciência, promove a desconfiança entre maridos e esposas e avilta incontáveis milhares de mulheres jovens”. Disse ainda que  ”não é escapismo inofensivo, mas relacional e veneno emocional”.

O relatório mostra que nas famílias, o uso de pornografia leva a insatisfação conjugal, infidelidade, separação e divórcio. O relatório, registra a matéria,  apontou que 68 por cento dos casos de divórcio envolveu uma reunião do parceiro com um(a) amante na Internet; 56 por cento tem como causa “uma parceiro que tenha um interesse obsessivo em sites pornográficos”; 47 por cento envovem “gastos excessivos de tempo no computador “; e 33 por cento envolveram gastar tempo excessivo em salas de chat.

Outra constatação da pesquisa é que homens que habitualmente vêem pornografia têm uma maior tolerância para comportamentos sexuais anormais, agressão sexual, promiscuidade, e até estupro. Além disso, os homens começam a ver as mulheres e até crianças como objetos sexuais.

Entre os adolescentes, anota o site, “aqueles que vêem pornografia mais freqüentemente tendem a ser candidatos a sensação de altura, menos satisfeitas com suas vidas, ter uma ligação rápida à Internet, e tenho amigos que são mais jovens. Vendo esse material, dificulta o desenvolvimento de uma sexualidade saudável.”

Em razão desses dados, Fagan comentou que o uso da pornografia é “um assassino silencioso família, e que o consumo habitual de pornografia pode quebrar os substratos relacional da vida humana e interação – família, amigos e sociedade.

A chave para a protecção contra os efeitos da pornografia, diz ele, é promover relações de afeto e de apego, especialmente entre o pai e a mãe e entre pais e filhos.

Adaptado do Christian Post

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O poder e o propósito das Sagradas Escrituras

03/12/2009 · 1 Comentário

Editorial Mensageiro da Paz – Dez/2009

Quem lê a Bíblia apenas como uma obra literária excepcional com grandes lições morais, mas sem considerá-la a revelação de Deus aos homens e um livro que apresenta proposições para a fé, isto é, doutrinas, não está aceitando, de fato, a Bíblia como ela é. Jesus disse certa vez que os escribas e fariseus erravam por não examinarem as Escrituras e ignorarem o por delas (Mt 22.29). Isso demonstra que desconhecer o propósito das Escrituras resulta em não experimentarmos o seu poder e eficácia em nossas vidas. A Bíblia é suficiente, mas ela só se torna eficiente em nossas vidas quando nós a aceitamos como Palavra de Deus, como regra de fé e prática para nossas vidas.

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A Bíblia, casamento e sexo

02/12/2009 · 4 Comentários

por Eguinaldo Hélio de Souza

As universidades e muitas escolas públicas ensinam que, durante a puberdade, é normal que um rapaz tenha pensamentos de luxúria e pratique a masturbação. A sociedade ensina e aconselha as nossas jovens a tomarem pílulas anticoncepcionais, usarem camisinha ou alguma espécie de dispositivo contraceptivo, e isso sem o consentimento dos pais! Alguns dizem que os homens devem até ter relações sexuais, se ele quiser saber sobre o seu corpo, e que ele precisa do conhecimento sexual quando entra no casamento. Estas e outras declarações da mesma espécie criaram um espírito forte de luxúria e adultério, além de uma porta para a homossexualidade, o abuso, a imoralidade e a fraqueza em muitos jovens, em homens de meia-idade e até em idosos.

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“A Sedução das Novas Teologias” recebe o prêmio Areté

01/12/2009 · 3 Comentários

O livro A Sedução das Novas Teologias (CPAD), do amigo Silas Daniel, recebeu merecidamente o prêmio Areté 2009, na categoria apologética cristã (2008). O prêmio Areté (palavra grega significa “excelência”, “virtude”) é promovido anualmente pela Associação de Editores Cristãos, e tem como missão incentivar a qualidade na literatura cristã.

A Sedução das Novas Teologias é, sobretudo, uma obra atual, em que o autor desmonta as mais novas correntes teológicas adotadas atualmente, como Igreja Emergente, Teísmo Aberto, Teologia Quântica, Ortodoxia Generosa e o evangelho da auto-ajuda. É um livro que precisa ser lido. A prova está aí!

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Aos comentaristas anônimos ou que usam apelidos

01/12/2009 · 3 Comentários

Não adianta. Poder chorar e espernear, mas não libero comentários escritos por anônimos e por aqueles que usam apelidos. Essa turma vem aqui no blog, diz um monte de asneiras, não se indentifica, e ainda entra com recurso requerendo que o comentário seja aprovado. Ah. Sai pra lá! Desinfeta! Se quer debater, pelo menos tenha coragem. Coloque seu nome. Não se esconda no anonimato ou em nicks. Do contrário, vá rodar suas bandeirolas multicolores pra outras bandas. Aqui não!

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Idiotas esquerdistas e anticristãos que gostam de atacar Jesus e os evangélicos

30/11/2009 · 8 Comentários

Uma das ironias mais evidentes da liberdade de expressão constitucionalmente garantida no Brasil é que até mesmo os idiotas e imbecis podem manifestar suas idéias. Esse é o preço da liberdade: ler e ouvir comentários que estão aquém da racionalidade, da inteligência e do bom senso do homem médio. O preço é alto, mas, mesmo assim, nós,  cristãos,  não nos mobilizamos para a criação de uma lei que tente proibir ou mitigar a liberdade de expressão ou criar uma espécie de ditadura (aê turma defensora do PLC 122).

Ouvimos, lemos e  assistimos pasmos as asneiras ideológicas, pseudo-intelectuais ditas por um contingente de cérebros mínusculos da mídia brasileira. Apesar disso, somos a favor da liberdade de opinião, da livre manifestação do pensamento e de que ninguém seja punido por defender aquilo em que acredita. Isso também vale para os idiotas clínicos. Afinal,  eles existem; e ainda por cima têm espaço na mídia.

É o preço da democracia que nos faz ler os textos de André Petry e sua evangélicofobia; sem, contudo, pedirmos a sua incriminação.  É o preço da democracia e da liberdade de expressão que lemos textos de  Hélio Schwartsman (o da Folha), José Saramago (o velho ranzinza), Richard Dawkins (o louco) e todos seus escritos raivosos e preconceituosos contra Deus e os cristãos. É o preço da democracia. Essa que  chegou até nós graças exatamente aos princípios cristãos. Por isso, toleramos manifestos anti-cristãos, por mais irônico e paradoxal que isso possa parecer.

Entanto, tolerância não quer dizer anuência, aquiescência ou muito menos concordância com as imbecilidades que diariamente são produzidas por anticristãos. Por isso, refutamos, respondemos e também criticamos.

É também o preço da democracia e da liberdade de expressão que leio o péssimo texto escrito por uma tal de Marcelo Mirisola, no site Congresso em Foco. Não bastasse a primeira edição do artigo  “Jesus Cristo mal acompanhado”, em que, de forma acintosa, reverbera contra Deus, Jesus e os evangélicos, Mirisola postou ainda uma segunda edição, onde escreve uma dezena de palavras de baixo calão, para não dizer outra coisa.

Mirisola, é fácil perceber por seus textos, é um daqueles escrivinhadores que não possui conteúdo, estilo e muito menos habilidade. Diz o resumo do seu perfil que ele foi considerado uma das grandes relevações da literatura brasileira dos anos 1990, e que escreve com ousadia e virulência. Ousadia e virulência, porém, sem nenhum tipo de criatividade. A receita de seus escritos é o mesmo utilizado por adolescentes incorrigíveis em fase de puberdade: palavrões e uma enorme vontade de atacar alguém.

Julio Severo fez uma análise do texto de Mirisola.

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O blogueiro e o cuidado com os comentários

30/11/2009 · 5 Comentários

Editar blogs é uma tarefa que exige responsabilidade. Apesar de ser uma atividade simples, o blogueiro precisa estar atento àquilo que publica e  também ao conteúdo dos comentários dos leitores. Descuidar disso pode resultar em uma enorme “dor de cabeça”. Isso porque os juízes e tribunais brasileiros têm condenado blogueiros em razão de comentários difamatórios de terceiros em blogs. Como exemplo, temos o caso de uma professora ofendida em razão de comentário anônimo deixado no blog do estudante e blogueiro Emílio Moreno da Silva Neto. Em razão disso, a professora ingressou com ação judicial em que condenou Emílio ao pagamento de 16 mil  reais, a título de danos morais, tudo porque o blogueiro não moderou comentários.

Todo cuidado é pouco!

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Dawkins usa crianças cristãs em anúncio ateu

30/11/2009 · 7 Comentários

A mais recente campanha contra a religião levada a cabo por Richard Dawkins recorre à imagem de duas crianças que são filhas de um dos mais conhecidos músicos cristãos dos EUA, Brad Mason. “Não me rotule, por favor – Deixe-me crescer e escolher por mim.” É esse o lema que aparece entre as fotografias de duas crianças aos saltos, com um grande sorriso no rosto, numa imagem que pretende revelar liberdade e felicidade. A campanha está sendo levada a cabo pela British Humanist Association e o biólogo e militante ateu Richard Dawkins, com o objetivo de criticar a educação religiosa das crianças. Segundo um dos dirigentes da BHA, Andrew Copson, “rotular as crianças segundo a religião dos seus pais atenta contra seus direitos e a sua autonomia”. (…)

“Parece piada”, explicou o pai e fotógrafo Brad Mason, “porque obviamente estavam à procura de imagens de crianças que parecessem felizes e livres. Aconteceu escolherem estas crianças cristãs. É irônico. No fundo é um elogio, demonstra que educamos bem os nossos filhos, e que são felizes.”

Li no Criacionismo

[Coisas do Dawkins, como sempre]

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