E Agora, Como Viveremos?

Um missionário na terra de Mahatma Gandhi

19/11/2009 · Deixe um comentário

Existem missionários e missionários. Aqueles que foram chamados e aqueles que a si mesmos se chamam. O irmão Dimas é da primeira turma. Homem de Deus comprometido com a pregação do evangelho e de uma coragem e intrepidez que somente o Senhor pode conceder. Conheci o seu trabalho ainda nos primeiros dias da minha caminhada cristã,  quando ele ainda estava na Bolívia. Por muito tempo congreguei na mesma igreja em que ele havia se convertido. Em razão disso, quando de suas vindas ao Brasil, especialmente a Cuiabá/MT, lembro-me de ouví-lo contar testemunhos acerca da obra naquele País, as dificuldades, os desafios e também as vitórias.

Depois de algum tempo, foi enviado para a Índia, pela SEMAD, onde se encontra até hoje fazendo um lindo trabalho na direção do Senhor. É um homem de Deus na terra de Mahatma Gandhi, a Índia. Não aquele belo País mostrado pela Globo, mas um local entregue à idolatria e a um estilo de vida que atenta contra a dignidade da pessoa humana.

Para se ter uma idéia, em seu blog o irmão Dimas registra algumas práticas que nos deixam perplexos, como o caso dos devotos a Karni Mata no templo dos ratos, os quais são adorados e a eles são oferecidas oferendas diariamente. Alguns, inclusive, pegam aquilo que sobrou, como o leite,  para levar para seus próprios filhos. É algo inacreditável, mas real. Como escreveu o missionário: É bizarro!

Enquanto isso, ele anota, “a cidade vive em uma total miséria, enquanto milhares de pessoas trazem alimentos, roupas e dinheiro para o templo dos ratos, do lado de fora do templo, criancas, leprosos e mendingos estão clamando por socorro e não tem quem os ajudem.”

Sob outro ângulo, registra o blog, estudo realizado na Índia indica que 53% das crianças do país sofreram abusos sexuais. Encomendada pelo Ministério do Desenvolvimento da Mulher e da Criança indiano, a pesquisa mostra ainda que duas em cada três crianças na Índia são abusadas fisicamente. O estudo indica também que 70% das crianças não comentou sobre os abusos com ninguém.

Independente dessa realidade, ainda há aqueles que dizem tratar-se de cultura. E cultura, afirmam, não pode ser alterada. Nós, porém, pensamos de forma contrária. O evangelho é poder de Deus capaz de promover transformações espirituais e também sociais, caso em que a cultura pode ser remodelada em conformidade com a vontade de Deus para todo ser humano, o qual foi criado à sua imagem, para viver em perfeita harmonia.

Outro problema da cultura indiana é a descriminação, a divisão da sociedade em castas. A irmã Darlene Freitas, esposa do missionário, escreve que: “Estando aqui contemplando esta situaçao, a descriminacao ao ser humano, em especial a mulher, não tém sido facil (…) Temos visto mulheres ser descriminadas dentro de sua própria casa, uma amiga nossa (hindu), apanha do marido, sogro, sogra e cunhados quase que todos os dias, por não ter dado conta de pagar todo o dote, ela tem duas crianças lindas que contempla esta situação quase que diaria, houve um dia que espancaram tanto ela que seu rosto ficou deformado, eles batiam nela e dizian quando e que sua familia vai nos pagar?”. Registra, ainda, que “as meninas quando atingem a sua idade de aproximadamente 7 a 8 anos ja servem para ser empregadas domésticas, e outras vão para as ruas a pedirem (dinheiro) para seus donos”.

As mulheres viúvas, também, são desamparadas. Após perderem seus maridos, elas também perdem o direito de obter casas e constituirem uma nova familia etc. Com isso, passam a viver nas ruas.

O cenário é caótico. Por essa razão o missionário Dimas e sua esposa criaram o projeto social denominado “Meninas da Índia”, que tem como objetivo, além de pregar o evangelho, restabelecer a vida social dessas crianças, por meio do amparo e da educação.

O projeto, inclusive, já foi matéria do site IPCDigital, porém, sem mencionar os nomes dos idealizadores e mantenedores.  Diz a reportagem que “o orfanato é administrado por um casal de brasileiros (que prefere ficar no anonimato) com três filhos. Eles renunciaram à vida social e profissional, para abrir a instituição Meninas da Índia, em Nova Délhi, após constatar, em uma viagem ao país, que havia necessidade de criar um abrigo para crianças do sexo feminino. Atualmente o orfanato conta com 11 meninas, na faixa estária dos quatro aos 15 anos”.

Enfim. Esse é o trabalho que o irmão Dimas e sua família estão a desenvolver na Índia, segundo a orientação do Senhor, de modo que o objetivo deste post foi comprovar que ainda existem pessoas comprometidas com o verdadeiro IDE, bem como, evidenciar a necessidade de oração e contribuição com esta obra.

Acesse o blog o Pr. Dimas: www.comadematlive.org

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Livro: A fé em tempos pós-modernos

19/11/2009 · Deixe um comentário

Eis mais uma excelente obra de Charles Colson, agora em parceria com Harold Fickett, de leitura absolutamente indispensável àqueles que gostam dos temas cosmovisão cristã e pós-modernidade. Parte do release:

“Este livro fala de “ortodoxia, ou ‘fé correta’, as convicções centrais que têm unido os cristãos através dos tempos. Hoje, é absolutamente importante entender essa fé, porque vivemos numa época em que os cristãos e a civilização que eles ajudaram a construir estão sendo atacados”.

“Verdade, o cristianismo bíblico muitas vezes sofre distorções pela mídia, abuso por políticos, e ensino errado por acadêmicos, o que o leva a ser mal-entendido pela maioria dos norte-americanos. Todos se beneficiarão da leitura deste livro — céticos, interessados, cristãos recém-convertidos, cristãos de longa data. É um resumo claro, conciso e desafiador daquilo em que os seguidores de Jesus de fato creem.” — Rick Warren, pastor da Igreja Saddleback, autor de Uma vida com propósitos e Uma igreja com propósitos, entre outros, publicados por Editora Vida”.

Editora Vida

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TV em excesso e mau comportamento de crianças

19/11/2009 · Deixe um comentário

Quanto mais tempo uma criança de três anos de idade passa em frente à TV, maiores são suas chances de se comportar agressivamente, segundo estudo publicado na edição de novembro da revista médica Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine. Avaliando mais de 3 mil mulheres de 20 cidades americanas que tiveram filhos entre os anos de 1998 e 2000, os pesquisadores notaram também que mais de dois terços das mães relataram que os filhos assistiam mais de duas horas de TV por dia, com média de três horas diárias.

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Quadrinhos: janela para uma sexualidade distorcida

19/11/2009 · 1 Comentário

por Douglas Reis
 
Maurício de Souza chega aos cinquenta anos de carreira disposto a renovar seu público. Prova inequívoca disso é a empreitada da Turma da Mônica Jovem, adaptação ao estilo mangá de suas criações mais conhecidas. Mas, a exemplo dos quadrinistas americanos, o maior nome das HQs tupiniquins está de olho em outro nicho: o público GLS. 

A iniciativa está agregada ao contexto das histórias da Tina, reformuladas e voltadas atualmente para o público jovem adulto. Na 6ª edição da nova revista, surge um novo componente na trama, um rapaz conhecido como Caio, já definido como melhor amigo da Tina. Apesar do ciúme do namorado da moça, Tina e Caio se apressam em explicar que não têm nada, fora a amizade. Caio afirma até ser comprometido e aponta para outro rapaz! A história é maliciosamente intitulada “O triângulo da confusão”. A notícia foi veiculada no G1.[1]  Manter a leitura →

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Ameaçada, Rosangela Justino deixa de atender pessoas que sofrem com a homossexualidade

17/11/2009 · 1 Comentário

Informo à sociedade brasileira que não mais atenderei as pessoas que desejam deixar a homossexualidade. Embora desenvolva este trabalho desde 1988, tanto em meu consultório quanto em instituições de apoio, reconheço que não devo ignorar a Resolução nº 01/99 do Conselho Federal de Psicologia, ainda que a OMS-Organização Mundial da Saúde -, através da sua publicação oficial, CID 10, deixe claro que é possível procurar apoio terapêutico para mudança da orientação sexual homossexual em caso desta ser egodistônica, ou seja, quando a homossexualidade, fora de sintonia com o próprio eu, leva a pessoa a um estado de sofrimento psíquico.

O transexualismo e o travestismo também são considerados transtornos de identidade sexual, além do transtorno de identidade sexual na infância, onde o pai ou responsável pode procurar tratamento, segundo a CID 10, que pode ser encontrada em qualquer livraria e também baixada através da internet. Trabalho de acordo com as orientações da OMS e também de conformidade com as correntes teóricas das escolas da psicologia; entretanto, de acordo com a Resolução 01/99, nenhum psicólogo pode ajudar as pessoas que voluntariamente procuram apoio para superar os transtornos psíquicos ligados à atração pelo mesmo sexo. Diante disso, decidi interromper o atendimento às pessoas que pretendem superar os pensamentos, desejos e comportamentos homossexuais, enquanto a Resolução 01/99 estiver vigente.

Ressalto que tenho sido perseguida por muitos ativistas gays e punida pelo Conselho Federal de Psicologia exatamente por ajudar aqueles que desejam abandonar a homossexualidade. Além disso, tenho recebido diversas ameaças de morte. Certamente, já comuniquei às autoridades a respeito de tais ameaças. Contudo, alguns militantes homossexuais estão decididos a fazer com que o CFP cace o meu registro profissional e impeça que eu continue exercendo a profissão de psicóloga, a qual eu tanto amo. Nesse contexto, informo a todos que as circunstâncias obrigam a minha decisão de não mais auxiliar aqueles que voluntariamente buscam um modo diferente de pensar, sentir e vivenciar a sexualidade. Apesar disso, deixo claro que não estou conformada com essa situação. De fato, tenho lutado para mudar tudo isso, de modo que as pessoas tenham o direito de ser quem elas quiserem e de viverem a sexualidade de acordo com o que elas mesmas decidirem, e é inegável que muitas não desejam se conformar com a sua condição homossexual. Afinal, está provado, até então, que ninguém nasce gay, e ainda que seja encontrada comprovação genética para a homossexualidade é inegável a procura de auxílio por parte de muitas pessoas para efetivar as mudanças que elas mesmas desejam em suas vidas e deveriam ter profissionais para apoiá-las e o direito de apoiar e ser apoiado, garantidos.”

[Parte de carta escrita por Rosangela Justino em seu blog]

Nota: Infelizmente, é o rolo compressor que vai tentando  – e conseguindo – calar a boca de todos quantos se manifestam em contrariedade ao homossexualismo. Agora digam: é ou não uma mordaça? Imaginem se o PLC 122 for aprovado?

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A juíza e a jornalista: afetadas pela deterioração social?

17/11/2009 · 1 Comentário

por Dr. Cesar Vasconcellos de Souza

A mídia divulgou na semana passada o incidente da universitária com roupas provocativas numa universidade brasileira, expulsa a princípio e depois readmitida na instituição. Inacreditável a fala de uma juíza e de uma repórter sobre esse caso! A juíza afirmou que houve preconceito contra a mulher e repressão contra a sexualidade feminina! Se eu tivesse ouvido isso no rádio e, portanto, sem ver a pessoa, imaginaria uma juíza muito jovem, deslumbrada e prepotente por adquirir poder sobre destinos de vidas humanas que o magistrado lhe confere, e supersensualizada. Usa ela minissaia provocativa no Tribunal? Mas era notícia na TV e, assim, vi a juíza, uma senhora de uns 65 anos de idade. Sua fala foi deprimente, infeliz, enojadora e revoltante pela posição de juíza – alguém muito bem pago para julgar questões na sociedade em busca de… de quê? De justiça, preservação dos bons costumes? A meu ver ela foi contra a justiça, o bom senso e infeliz com o depoimento sobre a jovem que expunha o corpo de modo supersensual em ambiente estudantil e sobre a punição recebida. Ela disse que a jovem fora punida injusta e preconceituosamente e que aquela universidade fora abusiva, quando, na verdade, creio, a jovem é que foi abusiva, admitindo em outro telejornal que havia exagerado e que tinha certa culpa pelo ocorrido. Antes de tomar a decisão de colocar limite para os abusos dessa moça, a universidade, no seu direito de preservar os bons costumes, havia conversado mais de uma vez com a aluna, pedindo sua cooperação. Não adiantou.

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PLC 122 é aprovado e vai para Comissão de Direitos Humanos

13/11/2009 · 5 Comentários

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Como sabem, infelizmente o PLC 122 foi aprovado na Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal por meio de uma manobra sutil e ardilosa da Sen. Fátima Cleide, no dia 10 de novembro. Ardilosa porque ninguém aguardava a conclusão do tema na referida Comissão, nem mesmo aqueles que o apoiavam, afinal ainda era previsto a realização de mais uma audiência pública.

Na terça-feira, após a aprovação, ouvi pela Rádio Senado os pronunciamentos dos Senadores Magno Malta, Valter Pereira, Marcelo Crivella e até mesmo do Sen. Mão Santa, que presidia a sessão, os quais teceram duras críticas em relação ao modo enganoso utilizado pela Senadora Fátima Cleide. Como publicado, Magno Malta observou que “a discussão  não é religiosa. Trata-se de um projeto de lei inconstitucional. Precisamos debater a questão com a sociedade, e essa Casa precisa votar com a sociedade“. Valter Pereira, por sua vez, disse que o projeto pode fomentar, inclusive, conflitos entre pais e filhos, caso filhos homossexuais decidam questionar a educação que receberam dos pais de acordo com padrões heterossexuais. Disse, ainda, que, se essa matéria for aprovada por essa Casa e se o presidente não vetar, ela vai nos colocar no anedotário internacional. Interessante, também, foi a fala do Sen. Mão Santa, ao dizer que uma lei deve ser criada de modo natural, espontâneo, e não como uma espécie de “parto”, abruptamente, como quer Fátima Cleide.

O Projeto encontra-se agora na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal, presidida por Cristovam Buarque. Ocorre que, negativamente, novamente Fátima Cleide foi confirmada como relatora da matéria na referida Comissão, de modo que, faz-se necessário estarmos vigilantes em relação ao andamento do Projeto e, inclusive, mantermos contato com os componentes da CDH do Senado Federal, cuja relacão encontra-se aqui.

PLC 122 não!

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Como será o Brasil Evangélico?

13/11/2009 · 4 Comentários

Epístola da redação

Estatística assustadora divulgada por uma das mais importantes revistas semanais do Brasil revela que em 2020 metade da população brasileira será evangélica. Muitos setores deste segmento comemora a projeção. O mercado de produtos evangélicos é um dos que mais cresce e alavanca a economia. E isso também já está se setorizando: o mercado de produtos para mulheres vem crescendo nos últimos anos. São bíblias, livros, roupas, cosméticos, acessórios. Mas crescer numericamente não é só alavancar a economia. Atualmente, os valores cristãos evangélicos impactam a sociedade?

E a pergunta de capa não quer calar: crescer numericamente é bom ou ruim? O leitor pode estar se perguntando onde está o mal do maior país católico do mundo se tornar cada vez mais evangélico. O mal não está nos números, afinal, se queremos ser reconhecidos como ‘feliz nação que serve ao Senhor’, conceitos e valores bíblicos devem ser aplicados. O mal, no entanto, não está na quantidade, mas na qualidade. Desde o ‘boom gospel’ em meados dos anos 90, igrejas evangélicas pipocam pelo país, em sua maioria neopentecostal, em sua maioria pregando a Teologia da Prosperidade. O crescimento do protestantismo pode ser desregrado, sem controle, sem valores éticos e bíblicos. E isso é preocupante.

Tratar evangelismo de forma séria vai além de ‘evangelizar’, está em plantar igrejas sérias, fazer discípulos. Estejam onde estiverem, desde a comunidade nipo-brasileira à tribo de surfistas. Fazer discípulos, desde a Judéia, Samaria até os confins da Terra.

Evangelizar, ensinar, discipular, manter a ética protestante e valores bíblicos é desafio de todos os cristãos. E é desafio para os próximos 11 anos. Para os próximos séculos.

Regina de Oliveira
Editora

Fonte: Revista Eclésia

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Enquete sobre o PLC 122 é colocada novamente em votação

10/11/2009 · 3 Comentários

MordaçaDepois de ter sido retirada do ar por “problemas técnicos”, a enquete sobre o PLC 122 foi colocada novamente em votação no site da SEPOP – Secretaria de Pesquisa e Opinião Pública do Senado Federal. O interessante é que ela retornou à estaca zero, ou seja, sem nenhum voto computado e, estranhamente, com uma sutil diferença na pergunta. A primeira enquete indagava: “Você é favorável à aprovação do projeto de lei (PLC 122/06) que torna crime o preconceito contra homossexuais?”. A atual enquete assim está redigida: “Você é a favor da aprovação do projeto de lei (PLC 122/2006) que pune a discriminação contra homossexuais?”.

De qualquer forma, independentemente de os formuladores da enquete tentarem influenciar os internautas a votarem na opção pela aprovação do Projeto de Lei, continuamos com o propósito de dizer NÃO ao PLC 122 que, além de criar uma segregação social, idealiza também uma categoria blindada de pessoas tornando-as imunes ao direito de opinião.

Portanto, acesse o site e responda NÃO.

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Efeitos da sexualização feminina precoce

10/11/2009 · 1 Comentário

getting realO livro Getting Real focaliza a sexualização e coisificação das garotas e das mulheres na mídia, na cultura popular e na sociedade. A sexualização e a pressão por um visual “magro, quente e sexy” é cada vez maior e mais precoce. Roupas, músicas, revistas, brinquedos e jogos enviam às garotas mensagens de que elas são apenas um corpo. Os efeitos da sexualização prematura das meninas têm impacto no corpo e na mente, com o crescimento de comportamentos destrutivos, desordens alimentares, ansiedade, depressão e baixa autoestima. Getting Real reúne escritores, advogados e acadêmicos, incluindo alguns dos maiores críticos da disseminação da cultura pornográfica. Organizado pela advogada Melinda Tankard Reist, Getting Real é um livro para aqueles que querem ver um mundo melhor para a próxima geração.

Por enquanto, só em inglês.

Vi no Saúde e Família

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O espírito do nosso tempo e o tempo do Espírito

10/11/2009 · 1 Comentário

CAPA

Editorial Mensageiro da Paz – Ano 79 – nº. 1494

Desde o século 18, os intelectuais alemães costumam usar a expressão zeitgeist para descrever o que chamamos de “espírito do nosso tempo”. O termo significa, ao pé da letra, “espírito de uma época” ou “espírito do tempo”. Por extensão, uma tradução comum para o vocábulo também é “sinal dos tempos”. Fato é que cada época é marcada mesmo por uma mentalidade ou espírito dominante. Ou seja, não é equivocado afirmar que cada época tem o seu “espírito”, suas tendências, suas ondas, seus movimentos ideológicos. E não é diferente com a nossa época.

Estamos vivendo um período da História em que o espírito de nossa época é, literalmente, um sinal dos tempos, mas no sentido bíblico – isto é, um sinal da proximidade da Segunda Vinda de Jesus.

Duas marcas desta época são o relativismo e o ataque às instituições. Aliás, a negação dos absolutos e o desprezo às instituições têm sido constantemente lembrados por teóricos como marcas desta curva da História em que vivemos, e que chamam de Pós-modernidade. O resultado dessas tendências, dessas marcas, pode ser visto na crescente onda de flexibilização moral e de hedonismo (a busca da satisfação pessoal acima de tudo) na sociedade ocidental. Infelizmente, tais tendências podem ser constatadas até mesmo em alguns movimentos no meio evangélico, por meio de pregações que supervalorizam o terreno e enfatizam a satisfação pessoal em detrimento da doutrina bíblica da santificação e do compromisso que o cristão tem de encarnar em sua vida, em seu comportamento diário, os preciosos valores do Reino de Deus.

Esse é o zeitgeist, o espírito do nosso tempo, e que foi descrito sintética e perfeitamente por Jesus como um período em que a iniquidade se multiplicaria e o amor de muitos esfriaria; e descrito pelo apóstolo Paulo como “tempos difíceis” ou “tempos trabalhosos”. Aborto, eutanásia, ateísmo (ainda que a maioria da população ocidental não o seja na teoria, mas o vive na prática, pelo modo de vida que adota), banalização do casamento, dignificação do homossexualismo, aumento do consumo de drogas, movimento pela legalização das drogas, o esfacelamento da família, o ter em detrimento do ser, a perda da sensibilidade espiritual (manifestada, por exemplo, na não-percepção mais como pecado de atitudes que são claramente pecado) etc.

São dias realmente difíceis, mas também são dias em que o Espírito de Deus está disposto a agir poderosamente para libertar vidas, usando todos quantos estiverem dispostos a serem instrumentos em Suas mãos. Se estamos vivendo um terrível “espírito do nosso tempo”, estamos vivendo também o tempo do Espírito para as nossas vidas, para fazermos diferença em meio a este mundo corrompido. O Espírito Santo nos convoca para remarmos contra a maré deste mundo, contra as ondas do zeitgeist deste tempo.

Que possamos estar atentos à voz do Espírito Santo. Como disse Jesus às sete igrejas da Ásia em Apocalispe: “Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito está dizendo”. Que não nos distraiamos com os sons dispersos do espírito deste tempo, mas estejamos focalizados no que nos diz o coração de Deus.

Matéria de Capa

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Teologia da Prosperidade: uma praga no meio evangélico brasileiro

Já há alguns anos que grassa no Brasil uma doutrina divorciada da Palavra de Deus e que sobrevive justamente da distorção da interpretação do texto bíblico. Infelizmente, ela ainda prepondera no meio evangélico brasileiro, devido à influência midiática das igrejas neopentecostais, principais seguidoras e disseminadoras desses ensinos. Trata-se da Teologia da Prosperidade, que também responde pelo nome de Confissão Positiva, que nada mais é do que o seu arcabouço argumentativo. Saiba as origens desse ensino, seus principais propugnadores, no que se inspiraram para criá-lo e quais os principais equívocos de seus argumentos.

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Enquete sobre o PLC 122 no site do Senado

05/11/2009 · 7 Comentários

enqueteCorre no site do Senado Federal uma enquete acerca do PLC 122, com a seguinte indagação: Você é favorável à aprovação do projeto de lei (PLC 122/2006) que torna crime o preconceito contra homossexuais?

É momento de mais uma vez apresentarmos nossa posição contrária a essa aberração jurídica que pretende criar o crime de opinião e mitigar a liberdade de expressão no Brasil.

Então, vá lá e vote NÃO!

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Universidades desviam jovens cristãos?

29/10/2009 · 9 Comentários

 

por Valmir Nascimento

Notícia publicada em [O Galileo] diz que pesquisa realizada em 2006 por Steve Hernderson, presidente do Instituto Christian Consulting for Colleges and Ministries demonstrou que cerca de 58% dos jovens cristãos nos Estados Unidos se afastaram da Igreja ao ingressar à universidade. A pesquisa foi também aplicada dentro das universidades brasileiras e o resultado foi o mesmo.

Relata ainda que, a pesquisa com o título ‘Uma questão de valor versus custo’, mostrou que 58¨% dos jovens cristãos se afastaram da igreja ao ingressar na faculdade, evidenciou o despreparo que muitos deles têm para enfrentar os conflitos da vida acadêmica.

O ingresso do jovem cristão no ambiente universitário por muito tempo não foi visto com bons olhos pela liderança cristã, exatamente porque a impressão que se tinha (e ainda se tem) é que a universidade “desvia” o jovem cristão, criando-se, desta forma, uma dicotomia entre fé e estudo acadêmico.

Particularmente, quando entrei para a universidade, fui muito criticado. Alguns diziam que mais cedo ou mais tarde as “letras que matam” poderiam desviar o meu foco do evangelho. Graças as Deus isso não ocorreu!

Muita coisa melhorou de lá para cá, mas ainda esse tipo de pensamento persiste na igreja. Infelizmente!

Mas, de fato, os jovens cristãos não desviam quando entram para a universidade?

Evidente. Não há para confrontar o fato de que grande parte daqueles que ingressam na universidade acabam, negativamente, ludibriados pelas más companhias e por falsas filosofias que ali são ensinadas. Entretanto, ao invés da liderança tentar proibir de jovens cristãos irem para a universidade, é preciso capacitá-los, prepará-los afim de testemunharem o nome de Cristo dentro daquele ambiente. É preciso muni-los, tanto sob o ponto de vista acadêmico quanto espiritual, para poderem “responder com mansidão e temor aquele que lhe pedir a razão da sua esperança“, como escreveu o apóstolo Pedro (1 Pe. 3.15).

É claro, o ambiente universitário é sobretudo desafiador. Mas, a vida cristã é um grande desafio. E graças a Deus existe um enorme contigente de jovens cristãos comprometidos que estão fazendo diferença dentro do campus. Pessoas que estão ali pela graça Deus e fazem a sua vontade sem nenhum temor ou vergonha por serem cristãs. Prova disso são os grupos formados por jovens evangélicos com vistas a testemunhar o nome de Cristo nas universidades, faculdades e escolas superiores, como  Agência Pés Formosos, AUNI, ABU etc.

Assim, se você é cristão universitário e está em busca de ajuda, procure um desses grupos para que, durante o seu tempo como acadêmico, para além de capacitá-los para o mercado de trabalho, seja usado também para ganhar almas.

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Sexo e livre degradação

29/10/2009 · 1 Comentário

_José_San_Martín_

Amor” [1] não é “sexo”[2]. É só olhar no dicionário. (A palavra “Sexo” relacionada a “pornografia” é o 4º termo mais buscado por crianças na internet, aponta estudo realizado pela companhia de segurança de computadores Symantec, conforme noticiado pela Agência Reuters em agosto). “Sexo” nunca representará mera cópula, coito, acasalamento — relação sexual casual. “Fazer amor” não tem nada a ver com cópula. “Ficar…” é para muitos um conceito, uma palavra completada por algum triste adjetivo, como “…sozinho(a)”, “…grávida”, após ser usado(a) e descartado(a), ainda que por livre vontade. “Transar”, que lembra negócios no mercado financeiro, nem sempre dá lucro. Talvez para vendedores “profissionais” do corpo, que usam a si próprios na transação. (Um dia terão de gastar com terapias do corpo e mente devastados ao longo dos anos). Manter a leitura →

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Os resultados da (des)educação sexual

27/10/2009 · 1 Comentário

 

E a (des)educação sexual nas escolas públicas tem mostrado a que se presta: desvirtuar a sexualidade. Mais uma prova disso é o caso envolvendo três estudantes adolescentes no Paraná, dois rapazes e uma garota de treze anos que deixaram a sala de aula para praticar sexo no banheiro. O fato, devidamento gravado, foi parar no youtube. O vídeo, menos mal, foi retirado da rede, mas circulou livremente pelos celulares dos alunos do colégio.

Mas o que isso tem a ver com a educação sexual nas escolas? Tudo! A partir do momento em que se coloca na cabeça dos alunos que o único problema com o sexo é que o mesmo seja feito sem precaução, abre-se, então, espaço para a banalização dos relacionamentos e da própria prática sexual.

É exatamente isso o que a chamada educação sexual tenta fazer:  preparar os adolescentes para a vida sexual de forma segura. Ou seja, o problema não é a prática do sexo, mas sim a forma como o mesmo é feito. Pregam limites? não! Idade mínima? Também não? Moralidade? Muito menos!

Assim, o lema da educação sexual é: Não importa como, quando, com quem ou onde fará, o que importa é que você se previna.

E assim, vão formando uma geração de jovens e adolescentes com uma concepção completamente equivocada acerca da sexualidade. Estão abarrotando suas mentes com um monte de informações e teorias liberais que destroçam aquilo que denominaram de tabus. Pensaram que a informação resolveria o problema. É, mas como dizia C. S. Lewis, há algumas décadas passadas: “Dizem que o sexo se tornou um problema grave porque não se falava sobre o assunto. Nos últimos vinte anos, não foi isso que aconteceu. Todo dia se fala sobre isso, mas ele continua sendo um problema. Se o silêncio fosse a causa do problema, a conversa seria a solução. Mas não foi”.

Não foi mesmo. As provas estão aí. E como disse a mãe da garota envolvida: “Se ninguém fizer nada, a situação vai ficar cada vez opior“.

Sob outro enfoque, o triste é que, no caso em questão, em todas as matérias publicadas na mídia secular, deu para perceber como a sociedade está completamente cega para o verdadeiro problema envolvido no caso. Em todas as publicações, o erro apontado, não foi a idade dos adolescentes ou a moralidade que o caso envolve. Não. O erro maior, segundo a mídia e os especialistas do comportamento, foi o local, a hora e a publicação na internet. Só isso!

E agora, como viveremos?

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