UBE e Blog “Como Viveremos?” são citados na Revista Enfoque Gospel

BLOGS

Por Rosana Melo

Quando eles surgiram, por volta de 1997, os blogs eram definidos como diários virtuais. Hoje, a ferramenta se consagrou como o oposto dos antigos diários escritos em segredo. Eles tornam públicos os pensamentos e a vida dos internautas e não ficam restritos a registros pessoais. Um blog pode ter vários objetivos e é uma forma de o autor publicar o que não se enquadraria em outro meio de comunicação.

O site americano Technorati (http://technorati.com), que monitora e observa essa tendência, calcula que há na rede hoje mais de 120 milhões de blogs registrados. Ainda segundo o site, são criados 175 mil todos os dias. O Technorati considera como blog ativo a página que é atualizada pelo menos uma vez a cada três meses. Enquanto nos Estados Unidos os blogs corporativos já fazem sucesso, aqui eles surgem de forma discreta.

Não custa nada manter um diário virtual desses na rede. Basta ter um computador, acesso à internet e fazer um cadastro nos diversos endereços eletrônicos que oferecem o serviço. Os blogs também se encaixam, perfeitamente, na lógica da Web 2.0, que funde os conceitos de conteúdo, compartilhamento e comunidade. Ou seja, ela parte do princípio de que o internauta vai interagir e conseqüentemente gerar conteúdo. E assim, mundo afora, pessoas de todos os credos e raças se manifestam sobre temas variados como política, religião, música, esportes, negócios, gastronomia e fotografia, entre outros.

Mas se por um lado a liberdade de expressão empolga seus autores, ela vem encontrando algumas resistências. Países como a China já tentaram impor restrições – ela queria obrigar os blogueiros a usar seus nomes verdadeiros, mas recuou devido a uma grande oposição da indústria da internet. A China tem mais de 20 milhões de blogs, e o país bloqueia o acesso a sites que considera contrários às visões de governo e também restringe a participação em alguns grupos de discussão online.

Blogs corporativos são uma tendência mundial, mas estão conquistando espaço nas empresas brasileiras de forma lenta. Poucas empresas utilizam no Brasil os blogs e as redes sociais de relacionamento nas suas estratégias de comunicação e marketing. Pesquisa da consultoria Rapp Collins, que ouviu 1.008 empresas entre agosto e setembro de 2006, constatou que apenas 0,54% das empresas brasileiras utilizam blogs próprios e 2,62% capturam dados dos clientes em blogs externos à empresa. O estudo apontou ainda que 8% das companhias pesquisadas permitem que pessoas de fora da empresa alimentem o blog sem restrições.

Visando tornar a blogosfera evangélica conhecida, inclusive entre os não-cristãos, o pastor Altair Germano, presidente do Diretório Estadual em Pernambuco da Sociedade Bíblica do Brasil, criou, há cerca de seis meses, a União dos Blogueiros Evangélicos (UBE) – http://blogueirosevangelicos.blogspot.com/ –, um blog que já possui 70 associados de todos os estados do Brasil e de países como Alemanha e Estados Unidos.

“A violência e outros fenômenos socioculturais estão levando as pessoas a se fecharem em suas residências, e as novas tecnologias de informação e comunicação devem ser percebidas pela Igreja como portas que se abrem para a evangelização dessas pessoas.” É o que pensa Germano, presidente do Conselho de Doutrina da União de Ministros das Assembléias de Deus no Nordeste, professor e capelão da Faculdade Teológica das Assembléias de Deus no município de Abreu e Lima, em Pernambuco.

Germano criou seu blog (http://altairgermano.blogspot.com/) há nove meses e a praticidade da ferramenta e a interatividade o conquistaram. Sua experiência não se limitou ao blog pessoal, e foi aí que, junto com o teólogo e pedagogo Esdras Bentho e o advogado Valmir Milomen (http://comoviveremos.com/), descobriu que compartilhavam da idéia de criar um blog que pudesse reunir os blogueiros evangélicos com o propósito de integração e divulgação. Daí criaram a UBE.


BLOGS PARA TODOS OS GOSTOS E PÚBLICOS

Voltado para os acadêmicos em Teologia, professores e alunos, o blog Teologia e Graça (http://teologiaegraca.blogspot.com/), do teólogo Esdras Costa Bentho, trata dos temas teológicos de modo bíblico, exegético e filosófico. Ele também avalia que se a igreja tem a possibilidade de editar um blog bilíngüe, suas chances de cumprir com sucesso a missão evangelística são descomunais. “Tenho participado de alguns blogs europeus e hispano-americanos e posso afirmar: funciona.” Ele acredita que os novos manuais de evangelismo e missiologia devam incluir os blogs como ferramentas evangelísticas.

Eliseu Antônio Gomes, evangélico pentecostal que vive em São Paulo, sempre gostou de escrever para se expressar. Ele ouviu falar do formato blog pela primeira vez quando estourou a guerra no Iraque e um soldado norte-americano começou a relatar seus dias por lá. “Seus relatos foram recebidos e alçados à importância de um jornalista em campo de batalha pela mídia americana.” Algum tempo depois, ele conheceu o blog Olhar Cristão (http://olharcristao.blogspot.com/), de João Cruzué. Recebeu algumas dicas e criou seu primeiro blog, precursor do atual: http://belverede.blogspot.com/.

Ter ética cristã e saber que o blog será lido não apenas por cristãos são pontos fundamentais a serem considerados. “Qualquer posicionamento opinativo e conotação corporativista pode gerar mais estrago que edificação espiritual”, pondera Gomes, ressaltando ainda que o blog não é um livro nem púlpito da congregação.

Walder de Miranda Júnior, profissional de Ciência da Computação, explica que os blogs possuem a vantagem de permitir aos visitantes que comentem as informações ali publicadas. “Hoje, as homepages e sites estão utilizando as funcionalidades advindas dos blogs, tais como a possibilidade de comentar uma informação, publicar uma foto ou vídeo. O internauta deixa de ser passivo e passa a interagir com as pessoas. Um site que não tenha um blog temático por trás, para sua divulgação, deixa a desejar.”


Há quase um ano a revista Enfoque Gospel possui seu próprio blog, através do qual busca interagir com seus leitores e internautas, de modo geral, além de abrir espaço para o debate de questões relevantes

Júnior orienta aos novatos em blog que deixem claro as regras de funcionamento e que sempre respondam a qualquer questionamento. “Nunca deixe esperando uma pessoa que poderá falar bem do seu blog”, ensina. A Enfoque também criou seu blog institucional (http://blog.revistaenfoque.com.br/) em maio passado, buscando interação com seus leitores e internautas e propondo uma discussão sobre temas que estejam ou não publicados na revista. “As pessoas também se comunicam entre si e, à medida que isso acontece, vão se formando outros assuntos. Isso é ótimo!”, observa a editora geral, Virgínia Rodrigues.

No livro Blog – Entenda a Revolução que Vai Mudar seu Mundo, o escritor e jornalista Hugh Hewitt, influente blogueiro norte-americano, sustenta que as pessoas devem ficar atentas a essa nova mídia para não perderem mercado em pouco tempo. Ele diz que os blogs são megafones da mídia. Hewitt considera fundamental a atenção aos conteúdos, levando-se em conta a velocidade e o alcance de um blog. Em seu livro, ele faz um alerta: um engano ou uma informação mal usada, e o blog se esvazia rapidamente. Nesse caso, a empresa vai amargar uma repercussão negativa quase que instantânea. Ou seja, é preciso saber usar o potencial dos blogs ou o efeito será pior do que se ele não existisse.

Fonte: Revista Enfoque Gospel

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Ps1. Parabéns aos blogueiros evangélicos, não somente aqueles citados na matéria, mas a todos quanto cumprem o IDE do Senhor na internet.

Ps2. Se você possui um blog cristão, afilie-se à UBE.

Maconha: a perigosa passeata

Por Milton Corrêa da Costa

A anunciada passeata do dia 4 de maio no Arpoador, no Rio, em favor da liberação da maconha, constitui uma perigosa ameaça à nossa juventude. Almejando mostrar a sociedade que é possível viver num (falso) “mundo colorido”, sob o pretexto da liberdade desenfreada e de enfraquecer o poder do tráfico, alguns dependentes irão propor, mais uma vez, a liberação da maconha.


Liberar a droga significa escancarar, ainda mais, a perigosa porta de entrada para o caminho da destruição, por onde ingressarão mais e mais jovens

Três conseqüências advirão de tal permissividade: a diminuição do estigma social, a redução do preço e o aumento do consumo. Uma porção de maconha custará o mesmo que um saquinho de chá e em qualquer esquina ou no pátio de uma escola não haverá problema em fumar um baseado. Imaginem um piloto de avião que resolve, antes do vôo, fazer uso de maconha ou cheirar cocaína?

Liberar a droga significa escancarar, ainda mais, a perigosa porta de entrada para o caminho da destruição, por onde ingressarão mais e mais jovens. O resultado na Holanda não foi dos mais promissores. Cerca de 5 mil dos 25 mil dependentes lá existentes são responsáveis pela metade dos crimes leves. O uso da maconha subiu 400% em razão da liberação.

Os altos impostos que pagamos com o tratamento de vítimas do alcoolismo e do tabagismo no Brasil já seria um bom exemplo para inviabilizar tal proposta. Drogas não agregam valores nem desenvolvem talentos. O uso de drogas, além dos danos físicos e psicológicos, causa o dano social com a chamada “síndrome amotivacional”, onde as atividades esportivas, os estudos e o trabalho são seriamente afetados. O consumo de cocaína, comprovadamente, causa danos irreversíveis ao cérebro. A maconha, segundo a pesquisadora americana Karen Bola, que visitou o Brasil no ano passado, causa a perda de memória.

A maconha e o álcool são a porta de entrada para outras drogas, principalmente nas chamadas festas “rave”, onde jovens de classe média perdem a vida por consumo excessivo de ecstasy, a exemplo do que ocorreu em outubro passado, num evento em Itaboraí, no Rio, com o jovem Lucas Amendola Maiorano, de apenas 17 anos. Todo o cuidado é pouco. Os pais devem estar, portanto, permanentemente alertas sobre a mudança de comportamento dos filhos. Se o jovem conhecesse os males da droga antes do consumo, certamente que não a usaria. Quem se ama não se droga.

Milton Corrêa é tenente coronel da PMERJ na reserva

Fonte: UNIAD

A influência do cristão Kaká

Valmir Nascimento Milomem

Depois de ter sido listado como uma das 100 pessoas mais influentes no Brasil pela Revista Época, agora o jogador Kaká foi considerado pela revista americana Time a personalidade mais influente do Brasil atualmente. Em sua lista anual das pessoas mais influentes do planeta, o jogador é o 29º citado, na seção “Heróis e Pioneiros”.

A indicação do meia do Milan e atual melhor jogador do mundo não foi motivada simplesmente pelo bom futebol dentro de campo, e pelos títulos conquistados recentemente; mais do que isso, a sua indicação tem fundamento no seu testemunho fora das quatro linhas. Em depoimento concedido à Revista o goleiro da seleção norte-americana Kasey Keller comprova isso. Ele disse:

“Em 2004, Kaká se tornou embaixador das ONU contra a fome. E ele é devoto a sua fé. Cristão Evangélico, Kaká fala publicamente em se tornar pastor após deixar o futebol. Depois de vencer a Liga dos Campeões no ano passado, ele tirou sua camisa e revelou uma camiseta com a frase ‘I belong to Jesus’ (Eu pertenço a Jesus)”, afirma o goleiro.

“Eu posso questionar se estádios de futebol são o melhor lugar para promover religião, mas em uma era em que muitos atletas profissionais se preocupam mais com carros, mulheres e polêmicas, é interessante ver alguém comprometido em ter um impacto positivo entre os que o cercam”, completa Keller no depoimento.

Portanto, Kaká influencia não somente por posar como bom mocinho, muito além disso, ele demonstra ao mundo a sua completa fé e devoção à Deus, vivendo em conformidade com os preceitos bíblicos, dentro do mundo do futebol, onde a maioria dos atletas, como disse Keller, estão mais preocupados com carros, mulheres e polêmicas. Exemplo disso é exatamente os recentes acontecimentos no Brasil, com o flagrante do jogador Ronaldo (fenômeno) envolvendo motel, droga e travestis, e também a confissão do jogador Jardel sobre o seu vício em cocaína.

Kaká nos dá uma grande lição acerca da importância da influência do cristão na sociedade. Pouco importa quão rétrogrados, ultrapassados ou carolas venhamos a aparentar, o que importa é que o evangelho seja anunciado e que sejamos considerados pelo mundo como verdadeiras testemunhas de Cristo.

Kaká age como um verdadeiro líder, afinal a influência é a principal características da liderança.

  • Influenciar é não ser levado pela maioria ou pelos anseios sociais.
  • Influenciar é ditar tendências.
  • Influenciar é apresentar um visão correta sobre a realidade.
  • Influenciar é fazer com que as pessoas sigam nossas idéias e confiem na cosmovisão que defendemos.
  • Influenciar é não ser uma Maria-vai-com as outras.
  • Influenciar é agir de forma que as pessoas que estão ao nosso lado vejam e entendam que realmente temos algo a mais do que um pessoa qualquer.
  • Influenciar é mudar paradigmas encravados em um sociedade decadente.
  • Influenciar é ter opinião própria em um mundo cada vez mais homogêneo.
  • Influenciar é ser sal da terra e luz domundo.

Enfim, sejamos líderes do nosso tempo. Influenciando pessoas levando-as até Cristo!


A marcha da má(conha)

E eu que pensava que já havia visto tudo o que é tipo de marcha e passeata no Brasil, enganei-me, pois agora saíram com mais uma, é a marcha da maconha, a qual eu denomino de “A marcha da má(conha)”. Eles tem até um blog.

O objetivo de tal marcha é promover manifestações em cidades como o Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Salvador e mais 8 cidades em todo país, no próximo dia 4 de maio, visando, segundo eles ” construir espaços onde indivíduos e instituições interessadas em debater a questão possam se articular e dialogar, estimulando reformas nas Leis e Políticas Públicas sobre a maconha e seus diversos usos.”

Peraí, mas fazer apologia às drogas não é crime?

Sim, certamente! Exatamente por isso que a Justiça de Salvador e Cuiabá proibiram o evento, afinal assim dispõe a lei:

“Induzir, instigar ou auxiliar alguém ao uso indevido de droga:Pena - detenção, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa de 100 (cem) a 300 (trezentos) dias-multa.” Artigo 33, § 2º da já bastante liberal Lei 11.343

O interessante é que os organizados da marcha da má(conha) sabem perfeitamente que a apologia ao uso da droga é crime, inclusive eles abordam isso no site, porém, tentam apresentar um argumento absurdo a favor do evento. Eles dizem:

É crime fazer apologia da maconha, e não é essa a nossa intenção. Mas a realidade é que cresce cada vez mais o consumo dessa planta e, portanto, não adianta ser hipócrita e não falar abertamente desse assunto - deixar de fazer o único trabalho de prevenção possível: educar sem contar mentiras.

Neste exato momento milhares de pessoas estão fumando em toda parte e, se a polícia fosse se dedicar a todas elas, não teria tempo para cuidar de nenhum outro crime, dos verdadeiros crimes, daqueles dignos desse termo: assassinatos, roubos, estupros, corrupção, seqüestros, violência. Sabe-se que a polícia perde um tempo enorme desde a detenção de uma pessoa com maconha - às vezes apenas com um simples baseado ou bagana -, até terminar de preencher toda a papelada na delegacia para que o “maconheiro�? compareça mais tarde ao juizado - que por sua vez tem coisas mais urgentes pra julgar.

Então, quer dizer o seguinte, como o número de usuários de maconha cresceu em todo o mundo a saída mais viável seria a sua liberação, posto que se a polícia fosse se dedicar a prender todos os usuários, não teria tempo para cuidar de nenhum outro crime. Que maravilha! Que argumento mirabolante!

Então é assim. Fácil. Fácil. Se o número de criminosos aumenta basta liberar que tudo está resolvido. Será que esse pensamento pode ser aplicado ao uso da cocaína, da heroína e de outros tipo de drogas? Ainda, será que esse argumento pode ser usado em benefício de outros criminosos como os corruptos, ladrões e estelionatários? Baseado na lógica pró má(conha) não há o menor problema em ampliar essa idéia, afinal, o ponto central de um crime, pra eles, está baseado na quantidade de pessoas que o cometem. Se forem muitos, libera; senão, prende-se! O problema será saber qual o percentual necessários de usuários para se saber se uma droga pode ser liberada. 50? 70? 80 Porcento? Não tenho a mínima idéia, e penso que eles também não, posto que eles nem perceberam a asneira que disseram.

Reinaldo Azevedo comentou o assunto em seu blog, e eis aqui uma parte em que ele encerra o assunto:

Já disse: sou um chato legalista. Essa “marcha” tem de ser proibida. Se, uma vez proibida, as pessoas insistirem em promovê-la, então não vejo outra saída: cana! Esse negócio de que todo mundo tem o direito de marchar contra a lei de que discorda em nome da liberdade de expressão tem quais limites éticos? Deve haver quem defenda a pedofilia, por exemplo, porque, afinal, na civilização grega, etc e tal… Se os valentes querem patrocinar a causa, que arrumem um representante no Congresso que esteja disposto a assumi-la.

Sabem o que é curioso? Uma marcha a favor do cigarro, por exemplo, seria de pronto repudiada - inclusive por gente que defende a da maconha. “Ah, mas cigarro já é legal; não precisa de marcha”. Sim, mas os fumantes são hoje quase párias sociais, não é mesmo? Estou, de fato, chamando a atenção para uma questão: essa marcha da maconha toca num flagelo social: o fato de as drogas hoje consideradas ilícitas serem consideradas ainda um valor “de resistência”, o que faz com que se transformem numa espécie de “cultura”.

Pior: os maconheiros querem fazer de conta - e só por isso o filme Tropa de Elite foi repudiado por alguns “descolados” - que o consumidor de droga não integra a cadeia do tráfico e, portanto, da violência e do crime organizado. O argumento de que a legalização da maconha diminuiria a violência é só uma tolice irresponsável. No mesmo caminho, seria preciso tornar legal a venda das outras substâncias: cocaína, crack, heroína - ou os traficantes de maconha migrariam pra elas, certo? Mais: o Brasil não fará isso sozinho. A Inglaterra, por exemplo, está na contramão: apertando o cerco também contra a maconha.

Em suma, esse evento é uma afronta à legislação penal brasileira, na medida em que contraria suas disposições e tenta, ainda, posar de “defensor da liberdade”.

A marcha é tão incongruente que eles colocaram o seguinte banner no site:

Ah, vá marchar pra outras bandas!

Aedes Egypt

123.jpgDiante da assustadora epidemia de dengue que não cessa no estado do Rio de Janeiro, muitas alternativas para soluções têm sido efetuadas por todos que querem se proteger do mosquito aedes egypt, causador da doença.

Uma delas foi a formulada pela Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), que vem distribuindo um “óleo santo” aos fiéis para salvação de todos. Anunciando proteção divina, um folheto faz um convite para quem desejar receber um cálice com o milagroso óleo, a fim de que sejam libertos da epidemia.

O Ministério da Saúde, ao ser notificado da distribuição do “óleo santo” pela igreja, afirmou que recomenda que as pessoaos não se auto-mediquem e procurem atendimento médico. E a Vigilância Sanitária do município do Rio recolheu amostra do “óleo sagrado” para avaliação.

A população tem convivido com opções de salvamento, como larvicidas, fumacês, tendas de hidratação, hospitais de campanha e mensagens de esclarecimento pelas mídias, mas o que pensar de um kit anti-dengue oferecido nos momentos de culto, que além da poção de óleo, oferece capa para caixa d’água.

Fonte: Blog Revista Enfoque Gospel

Crime de homofobia

Por Zenóbio Fonsecahttp://www.stuffweb.com.br/rmm/justica.jpg

No Congresso Nacional encontram-se tramitando 2 projetos de lei que “criminalizam a homofobia”, ou seja, introduzem novos tipos penais referentes à discriminação ou preconceito de gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero. Esses projetos são o PLC nº 122/2006 (em tramitação no Senado) e o PL nº 6.418/2005 (em tramitação na Câmara dos Deputados).

Inicialmente, deve ser esclarecido que o termo “homofobia” é um neologismo[1] inventado pelos ativistas homossexuais[2] americanos. Esse termo significa literalmente aversão a pessoas do mesmo sexo. Seu antônimo seria “homofilia”. Portanto, “homófobo” não é quem tem apenas aversão a homossexuais: é quem tem aversão a todas as pessoas do mesmo sexo, sendo pois incapaz de amizade, camaradagem ou coleguismo.

Nesse sentido, o termo “homofobia” aplicado ao tema não é correto pela orientação etimológica da palavra.

Outro aspecto conflitante e conceitual apresentado pelos PLC 122/06 e PL 6.418/05 é no tocante aos tipos conceituais de “gênero[3]” e “identidade de gênero”, pois não existe conceito jurídico determinado para tais termos, o que dá margem à discricionariedade através do uso de conceitos indeterminados e elásticos nos textos legais, ferindo o princípio da legalidade, inserto no art. 5º, XXXIX, da Carta Maior, ocasionando insegurança jurídica na aplicação da lei.

O PLC 122/06 e PL 6.418/05 (substitutivo) inclui a orientação sexual como crime de discriminação, conferindo ao comportamento homossexual as mesmas garantias previstas na Lei Caó (Lei nº 7.716/89), que formalmente erigiu à categoria de crime os atos “resultantes de preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. A “Lei Caó” é uma regulamentação do artigo 5º, inciso XLII do texto Constitucional, que disciplina a pratica de racismo como crime imprescritível e inafiançável, sujeito à pena de reclusão até 5 anos.

Dessa forma, as alterações legislativas em tramitação no Senado e Câmara, ao inserir o conceito de orientação sexual no texto da Lei Caó, de forma “indireta” garante ao comportamento homossexual status e garantias Constitucionais, já que os projetos de lei alteram a lei que regulamentou o artigo 5º da Carta Magna.

As propostas em tramitação no Senado e na Câmara, ao nosso ver, são inconstitucionais, pois entram em conflito direto com os princípios irrevogáveis de garantia à liberdade de pensamento, de consciência, crença, de religião ou convicção filosófica, expressos no Artigo 5º, incisos IV,VI, VII e IX da Constituição Federal.

Na prática, ao se aprovar essa lei, estará sendo criado o chamado “crime de delito de opinião” no tema da homossexualidade, ou seja, ninguém poderá expressar manifestação contrária ao comportamento homossexual, sob pena de prisão e multa. Para alguns, trata-se da chamada “mordaça gay”.

Em tese, haverá sérios transtornos de ordem social, filosófica cultural e religiosa, pois existem valores e comportamentos inseridos no cristianismo, judaísmo e islamismo que são contrários aos valores do homossexualismo. Esses valores se encontram tipificados como condutas criminalizadas nos projetos de “lei da homofobia”.

Nesse particular, temos a nítida impressão que querem criminalizar e calar os religiosos e cidadãos de se manifestarem, de se expressarem e mesmo de opinarem sobre qualquer tipo de conduta moral ou tema social. Contudo, nada pode ser incriticável.

A educação familiar sofrerá forte impacto, pois o conceito de família natural à luz da Bíblia está sendo questionado e a legislação da homofobia pode vir a causar conflitos.

Esses projetos tentam estabelecer no Brasil uma legislação que muito se assemelha aos Estados totalitários, criminalizando qualquer opinião contrária a determinado comportamento social, limitando liberdades individuais e coletivas em suas manifestações de consciência e de crença, retirando livros de circulação, proibindo a veiculação de programas de rádio e televisão com temas contrários ao homossexualismo e, inclusive, suspendendo as atividades de pessoas jurídicas.

Tais atitudes são violações expressas ao principio constitucional da dignidade da pessoa humana, prevista no artigo 1º, inc. III da Constituição, pois todos têm o direito de ter a sua fé e expressá-la livremente. Esse direito é inerente à existência humana.

Outro ponto em que os projetos de lei ferem a Constituição Federal é no tocante à gravidade das penas aplicadas em razão das condutas apresentadas como crimes, ou seja, a punição do Estado ao crime deve guardar proporção ao mal causado pelo ofensor à sociedade. Aliás, os projetos contrariam o princípio da proporcionalidade das penas quando aplicam penas severas de 1 (um) a 5 (cinco) anos por delito de opinião.

Portanto, com fundamento nas proposições em tramitação, toda e qualquer manifestação contrária ao homossexualismo se tornará crime inafiançável e imprescritível.

Não é razoável a aprovação desses projetos de lei como garantia e efetividade dos direitos das minorias sexuais, em razão dos instrumentos jurídicos já existente no Brasil.

Autor: Zenóbio M. Fonseca Junior – Msc
Consultor Jurídico e Professor Universitário
E-mail: zenobiofonseca@gmail.com
Leitura recomendada: A criminalização da homofobia no Brasil e as igrejas cristãs. Autor: Zenóbio Fonseca
Divulgação: www.juliosevero.com

[1] Neologismo: Termo utilizado para classificar uma palavra nova que surge numa língua devido à necessidade de designar novas realidades.

[2] Em grego moderno, designa-se o homossexual não como “homófilo”, mas como “homofilófilo”, ou seja, o indivíduo que gosta de quem gosta de pessoa do mesmo sexo. É diferente do indivíduo que simplesmente gosta de alguém do mesmo sexo, ou seja, do amigo, do companheiro, do colega ou do mestre. Ao dizer “homofilófilo”, os gregos sublinham a idéia da reciprocidade, de que se trata de ligação sentimental entre invertidos.

[3] “Gênero”, pode ser entendido como papéis socialmente construídos. Não existe homem e mulher natural, o ser humano nasce sexualmente neutro. A sociedade é que constrói os papéis masculinos ou femininos. Conferencia Episcopal Peruana. Comisión Episcopal de Apostolado Laical. Disponível em http://www.vidahumana.org/vidafam/iglesia/genero.html.

Fonte: Midia Sem Máscara

Especialista alerta sobre agenda gay

Oziel Alves, da Revista Enfoque Gospel entrevistou o cientista político Peter LaBarbera, 45, especialista em questões ligadas aos movimentos de desconstrução social. LaBarbera também é presidente-fundador da associação Americans for Truth About Homossexuality (Americanos pela Verdade sobre a Homossexualidade).

A entrevista ficou excelente, e vale a pena ser lida.

Em uma de suas respostas LaBarbera diz:

“IMPLORO à liderança brasileira para que se envolva imediatamente em nossa luta a fim de evitar que isso aconteça. Esse é o segredo, pois depois de as leis serem aprovadas, torna-se muito difícil revogá-las. A Igreja precisa conscientizar seus fiéis das conseqüências nocivas da aprovação de leis pró-homossexualismo, pois elas consideram nosso direito de lutar em nome de Deus como crime. Veja o que aconteceu em países como Canadá, Suécia e Inglaterra: pastores foram presos por se oporem ao homossexualismo durante os cultos.”

Ele finaliza:

“Os brasileiros não devem se intimidar diante da ofensiva ateísta e imoral proposta pelos homossexuais, que nada mais é do que a vanguarda da coerção dos direitos cristãos. Deus é o mesmo “ontem, hoje e sempre”. Ele não mudou sua opinião a respeito do homossexualismo, pois o considera tão deletério à sociedade como o era há 4.000 anos atrás. Contudo, a bondade de Jesus é infinita e Ele está disposto a perdoar aqueles que nesse pecado se consomem. Devemos informar a população que as pessoas que incidem nesse grave erro ainda têm salvação através do honesto arrependimento e da comunhão com Deus.”

Não deixe de ler a entrevista completa.

Mais uma biografia de Jesus

De tempos em tempos surge no mundo uma nova biografia acerca de Jesus. Depois da falácia de “O Código de Da Vinci” de Dan Brow, onde se afirma que Jesus casou-se com Maria Madalena e com ela constituiu família , surge agora uma nova e obtusa biografia de Cristo, nesta feita por parte do produtor de cinema Paul Verhoeven, conhecido por ter dirigido os filmes “Instinto Selvagem”, “O vingador do futuro”, “Robocop”, e recentemente “Showgirls”.

Na - estória - de Verhoeven, Maria, a mãe de Jesus Cristo, foi violentada sexualmente por um soldado romano durante a revolta judaica na Galiléia e o menino Jesus teria sido resultado desse ataque.

Conforme informa o site Almanaque Virtal, o livro é o resultado de mais de 20 anos de pesquisas, e tem como objetivo mostrar Jesus da forma mais realista possível. Durante décadas, o cineasta vem freqüentando seminários de Robert W. Funk, estudioso que questiona os milagres atribuídos a Jesus.

Pesquisas? Fala sério!

Esse é mais um daqueles cineastas que querem produzir algo inédito e que contraria a opinião pública, para com isso despertar a atenção do povo, vender milhões de livros e ganhar muito dinheiro em cima de uma grande mentira, como aconteceu com Dan Brow.

Blogosfera cristã: Pelo uso consciente dos blogs

profi.jpgPor Valmir Nascimento Milomem

www.comoviveremos.com

Todos quantos utilizam a internet sabem perfeitamente como as horas e os minutos passam sem que percebamos. Duas ou três horas na frente de um computador, especialmente navegando na internet e editando blogs, voam rapidamente. Visitar blogs, fazer pesquisas e mudar o design dos “diários virtuais” levam-nos para dentro do computador, e a vida real parece ficar bem distante.

Quem possui um ou vários blogs sabe do trabalhão que dá para mantê-los. Gastamos tempo na personalização do lay-out, na incrementação de acessórios, e na inclusão de links. Ainda, investimos algumas horas em pesquisas, redação de posts e respostas a comentários.

Pode parecer estranho, mas já existe a Associação de Blogolatras Anônimos. Assim eles se definem:

“Somos uma irmandade de pessoas que perderam a capacidade para controlar nossa maneira de blogar. Por isso descobrimos que precisamos de ajuda e apoio de outros blogueiros em B.A. Blogueiro compulsivo, que coleciona incontáveis noites em claro e que já experimentou de tudo neste universo virtual, o B.A. - Blogólatras Anônimos - é a solução para o seu desespero. E quando bater uma crise de abstinência, escreva mais um post!”

Obviamente que o Blogólatras Anônimos é um ação cômica de internautas que riem de suas paixões pela blogosfera. Trata-se de uma associação de cunho virtual que tem como desiderato a exposição de “testemunhos” e a relatação de crises sobre suas vidas de blogueiros e blogueiras que foram contagiados pelo bloglismo, a doença dos blogs.

Por outra via, apesar do seu conteúdo sarcástico, o B.A espelha claramente o processo ao qual muitos estão submetidos, onde a blogagem tornou-se uma espécie de vício, com reiteradas ações compulsivas e de difícil controle. Nesse foco, atitudes como aquela em que o indivíduo não consegue passar um dia sequer sem acessar o seu blog; pensamento constantemente voltado para a sua página na internet; leitura dos acontecimentos com foco basicamente em produção de postagens e a impulsividade para verificar se o post foi comentado, são alguns sinais que demonstram que o blogueiro pode estar entrando em uma área complicada do mundo da internet, cujo final pode ser a blogolatria.

BLOGOLATRIA

No étimo, Ídolo - do Gr. eídolon, s. m., figura, estátua ou imagem que representa uma divindade e que é objeto de adoração; pessoa a quem se tributa muito respeito e veneração; aquilo que é objecto de adoração, de paixão cega.

Em teologia, idolatria é o culto de adoração que se presta a uma criatura ou objeto, tributando-lhe a honra que é devida só a Deus. No sentido estrito, a idolatria é caracterizada pela atribuição a pessoas ou imagens de benfeitorias que em verdade foram feitas por Deus. Já no sentido amplo, a idolatria pode ser caracterizada pela aposição de qualquer coisa na primazia de nossas vidas em detrimento de Deus.

Será que é possível alguém transformar seu blog numa espécie de ídolo? É comum que pessoas nutram pelos seus diários virtuais uma veneraçào excessiva?

Tenho certeza que sim!

Muitos blogueiros confundem seus blogs com suas próprias vidas. Há, inclusive, quem não consiga distingui-las. Obviamente que os blogs representam aquilo que somos e pensamos. Em última instância, um blog é um portfólio publico de pensamentos e pontos de vistas privados. Eles são a extensão do nosso ser no ambiente virtual. Neles, escrevemos aquilo que sentimos e queremos. Colocamos nossas divagações, propósitos e críticas. Como escreve Luiza Lobo, os blogs sãos órgãos sem corpos. “Por mais que se valorize o corpo na internet, o usuário é um não-corpo, um não-lugar, por isso, despido de sua materialidade incômoda.”

Porém, como cristãos e conhecedores da Palavra de Deus que somos, precisamos atentar para a forma como fazemos uso deles e o tempo que dispomos para fazer a sua manutenção. É preciso ter sabedoria para administrar as páginas da internet sob pena de transformá-los em verdadeiros ídolos em nossas vidas, ao ponto de relegarmos ao segundo plano o estudo das escrituras, a família, o lazer e outras atividades importantes.

CUIDADO COM O ISOLAMENTO

Um dos problemas no uso excessivo dos blogs é o separação do mundo real que isso proporciona. Conforme escreve Denise Schittine “o computador aparece então como o meio de comunicação que mais contribui para o isolamento: é feito para ser usado por uma pessoa de cada vez. O uso do computador em casa e no trabalho faz com que o indivíduo se feche para mundo que o cerca, em que as pessoas são conhecidas e as relações são reais, para se abrir num segundo plano, o virtual”.

O isolamento ocasionado pelo uso ilimitado do computador é mais comum entre os adolescentes, os quais passam horas e horas na frente do monitor, navegando em sites de relacionamentos, bate papos e trocas de e-mails; investindo todos os seus esforços e tempo nos relacionamentos virtuais em detrimentos dos diálogos familiares. Esse problema foi alertado pelo Pr. César Moisés no livro “O Mundo de Rebeca”, cuja leitura recomendo.

Apesar de ser mais comum entre os adolescentes, o isolamento e o uso excessivo da internet pode muito bem acontecer entre os adultos, e essa é a advertência que faço sobre o uso racional da blogosfera. Como escreveu Paulo “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas me convém. Todas as coisas me são lícitas, mas nao me deixarei dominar por nenhuma delas.” I Cor. 6.12. Portanto, não podemos deixar que nossos blogs dominem nossas vidas, e ditem o nosso cotidiano.

O MEIO NÃO É A MENSAGEM

Outra anotação necessária que se faz acerca dos blog é que eles não são um fim em si mesmos. São, em verdade, instrumentos tecnológicos que facilitam a produção e a exposicão de idéias a um público abrangente, sem barreiras geográficas. De fato, um eficiente instrumento, cujas benesses já temos abordado e discutido; porém, uma espécie de mídia, nada mais que isso. E uma mídia é exatamente isso: um meio de trafegabilidade da mensagem. O meio não pode e não deve estár acima da mensagem. Assim como a televisão não está acima da imagem, e o rádio acima da música, assim também o blog não é superior ao texto nele publicado.

No âmbito da blogosfera cristã, a nossa mensagem é muito clara: Cristo Salva e transforma. Essa é a mensagem. E o blog é um meio de condução dessa mensagem. Com efeito, o motivo de nossa blogagem não é o blog em si mesmo, muito menos a propagação de nossos nomes; ao contrário, nosso foco principal deve ser o IDE do Senhor Jesus, com vistas a levar conteúdo bíblico à todos quantos acessam nossas páginas.

Assim, como um dos idealizadores da UBE - União de Blogueiros Evangélicos, o apelo e a recomendação que faço aos colegas é exatamente sobre a necessidade de utilizarmos com sabedoria e retidão nossas páginas na internet, tendo sempre em mente que são eles excelentes instrumentos de comunicação, mas cujo foco deve ser sempre a anunciação da Palavra de Deus e da obra de Cristo, buscando sempre fugir da blogolaria e do blogolismo que é o uso desenfreado e ilimitado dos blogs.

Graça e Paz!
Valmir Nascimento Milomem

Dôssie contra a liberdade de expressão

Fiquei alguns dias fora da internet e da blogosfera em virtude da minha mudança para Cuiabá, e apesar do pouco período fora do ambiente virtual muita coisa aconteceu.

De cara leio um texto no blog do Júlio Severo onde ele afirma que o governo brasileiro busca identificar quem são os blogueiros “homofóbicos” do Brasil.

Conforme diz o texto “O governo brasileiro começou a proibir o acesso a sites condenados por violação dos “direitos humanos”, inclusive sites que são considerados “homofóbicos”. O governo está também exigindo que os serviços de hospedagem divulguem as identidades de usuários que postam materiais ofensivos.

A empresa Google recebeu, conforme informou a imprensa, convocação judicial com um dossiê de 150 páginas documentando material “homofóbico” em seu serviço Orkut, um sistema de rede de comunicação social popular no Brasil.

Vejamos este assunto sob o prisma jurídico.

1. NÀO HÁ CRIME SEM PRÉVIA COMINAÇÃO LEGAL

Antes mesmo de ser aprovada a lei que criminaliza a “homofobia”, por meio da extinção do direito à liberdade de expressão, o governo começa a fazer uma espécie de dôssie dos “homofóbicos”, para que quando a lei seja aprovada (se for aprovada) tais pessoas sejam rapidamente processadas em juízo. (Dá pra ver que fazer dôssie está realmente em voga no Planalto).

Essa atitude é de uma ilegalidade tremenda, afinal, conforme o art. 5º da CF, inciso XXXIX, “não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal”. Portanto, baseado no dispositivo em apreço, a pessoa somente poderá ser penalizada se a conduta por ela praticada está tipificada pela legislação nacional, do contrário, nenhuma ação poderá ser intentada contra aquele que a praticou.

Esse principio constitucional é denominado de Princípio da Reserva Legal. Como preleciona o Prof. Damásio Evangelista de Jesus: “O Princípio da Legalidade (ou de reserva legal) tem significado político, no sentido de ser uma garantia constitucional dos direitos do homem. Constitui a garantia fundamental da liberdade civil, que não consiste em fazer tudo o que se quer, mas somente aquilo que a lei permite. À lei e somente a ela compete fixar as limitações que destacam a atividade criminosa da atividade legítima. Esta é a condição de segurança e liberdade individual. Não haveria, com efeito, segurança ou liberdade se a lei atingisse, para os punir, condutas lícitas quando praticadas, e se os juízes pudessem punir os fatos ainda não incriminados pelo legislador” (JESUS, Damásio Evangelista. Direito Penal – Parte Geral. 15a ed. São Paulo: Saraiva, 1991. p.51.).

Ademais, o inciso II do art. 5º da Constituição Federal dispõe ainda que: “ninguém será obrigado a fazer ou a deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei”.

2. DIREITO À LIBERDADE DE EXPRESSÃO

O argumento fundamental para a criação de tal dôssie são os direitos humanos. Ora, e a liberdade de expressão não é também um dos “direitos humanos”?

Assim diz o artigo XIX da Declaraçào Universal dos Direitos Humanos:

“Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras.”

Ainda, a Declaração de Princípios da Liberdade de Expressão da OEA, diz o seguinte:

1) A liberdade de expressão, em todas as suas formas e manifestações, é um direito fundamental e intransferível, inerente e todas as pessoas. É um requisito para a existência de uma sociedade democrática.

Portanto, se o governo visa com tal atitude o acesso a sites e blogs que produzam materiais de pedofilia, e que promovam o ódio entre o ser humano, realmente não vejo nenhum problema. Por outro lado, se a intenção é bloquear páginas que expõem abertamente o seu livre pensamento sobre o movimento gayzista, então todos os brasileiros estarão em sérios apuros, posto que terão a sua liberdade de expressão tolhida, ante a imposição da ditadura de uma minoria. Nesse caso, fica aqui a minha indignação!

Cinco mitos e falácias do liberalismo

Estive refletindo nos últimos dias sobre alguns mitos do liberalismo, seja ele secular ou teológico, que têm sido disseminados. Devido à popularidade de alguns deles, achei por bem escrever a respeito. É o que se vê a seguir.

O mito de que os liberais são mais felizes do que os conservadores

A propaganda cultural nos últimos anos tem disseminado em livros, filmes, novelas e revistas a idéia de que os conservadores são infelizes enquanto os liberais são felizes. A lógica, segundo a tal propaganda, é a de que os conservadores são infelizes porque “são reprimidos”, enquanto os liberais são felizes porque “não castram seus desejos”. Nada mais falso. As figuras do conservador infeliz e do liberal feliz-da-vida são estereótipos de obra ficcional. A vida tem mostrado que o inverso é que é bem mais comum.

Leia a íntegra desse excelente artigo no blog do Silas Daniel.

Dança do céu?

Era o que faltava. Na tresloucada tentativa de “contextualização do evangelho” inventaram agora a dança do céu, uma versão gospel da dança do créu.

Nele, um MC, de aproximandamente 13 anos, que se denomina MC Céu, canta a versão do funk mais tocando no verão de 2008. É claro que MC Céu se apresenta sozinho, sem Jacas, Melancias ou Moranguinhos … O destaque fica por conta de suas caretas e coreografias que ele faz e ensina par a todos aqueles que querem ir pro “céuuuuuuuuuuuu”. (O Verbo)

Deixe o seu comentário.

Charge: Olimpíadas de Pequim

Retorno para Cuiabá

 

Prezados leitores,

Tive que reduzir o ritmo de postagens no blog nos últimos dias em virtude da minha mudança para Cuiabá. 

Depois de 2 anos e meio estou de volta para a capital de Mato Grosso.

Porém, o espaço permanece aberto aos debates e comentários.

Assim que estiver completamente estabelecido, volto às postagens!

Na paz! 

VNM

Ps. Eu já havia me esquecido de como essa cidade é quente!

Ponte Sergio Mota sobre o rio Cuiabá
47 Graus básicos! (Ou melhor, como disse o San Martin, Cuiabá é quente mas 47 graus é excessão)

O Preconceito da Rede Globo

Euder Faber

A história da Igreja cristã é marcada por perseguições e todo tipo de discriminação. Durante o Império Romano os cristãos eram jogados as feras como parte do entretenimento das massas, outros foram mortos a fio da espada e lançados em tachos quentes, dentre outras barbaridades.

Na idade média não foram poucos que terminaram na fogueira. Hoje em diversos lugares do mundo a perseguição continua, países como Coreia do Norte, Arábia Saudita, China, Irã, Cuba, Vietnã, além de outras dezenas de nações têm imprimido um intenso estado de perseguição e discriminação aos cristãos, onde muitos têm pago com seu próprio sangue para não negarem a fé em Jesus.

No Brasil ,em especial no nordeste, muitos foram os relatos de perseguição no passado onde muitas Igrejas foram apedrejadas, principalmente no interior da região.

Hoje nos temos assistido o surgimento de um outro tipo de perseguição, são leis que estão sendo preparadas e que caso aprovadas farão ressurgir o fantasma da perseguição, discriminação e preconceito, que no passado assolou muitos cristãos no Brasil.

Parte da grande mídia tem estado a serviço desses movimentos que visam amordaçar o discurso evangélico no país. Uma demostração de tudo isso se deu na última quarta-feira, dia 12, onde em horário nobre a Rede Globo veiculou em uma de suas novelas (Duas Caras), uma das cenas mais discriminatórias e preconceituosas que se tem notícia na TV Brasileira(http://duascaras.globo.com/Novela/Duascaras/Capitulos/0,,AA1674499-9156,00.html).

No capitulo da referida novela é mostrado uma turma, sendo comandadas por um grupo de “evangélicos”, se dirigindo a uma casa onde dois homens e uma mulher mantêm um suposto triângulo amoroso - sendo um deles gays. Na cena vemos os “evangélicos” de Bíblia na mão gritando: ” nós vamos tirar o demônio de seu corpo e vai debaixo de pau e pedra” - grita uma das “irmãs”. Em outro momento se ouve uma delas dizerem: “eu sou a mão da força divina”, em certo momento uma das “evangélicas” atira uma pedra em direção a mulher que estava sendo acusada de manter a aventura amorosa com os dois homens, sucede ai uma invasão da casa onde os “crentes” gritavam: “quem não quiser arder no fogo do inferno me siga”. O desfecho da cena é lamentável, a “crente” por nome de Edvânia de faca na mão esfaqueia o colchão dizendo “o sangue de Jesus tem poder”.

Mas uma coisa chamou a atenção em tudo isso, foi quando um dos homens que é apresentado como suposto homossexual, ao ser agredido, ele gritou: “o pecado está no preconceito, na intolerância, na violência”. Foi ai que revelou-se a intenção da referida cena. Esta frase dita pelo suposto gay, é um dos chavões do movimento gay no Brasil, geralmente usada contra a Igreja Evangélica, que fundamentada na Bíblia repudia tal comportamento. Tudo isto faz parte da campanha que visa sensibilizar nossas autoridades para aprovação da denominada “Lei da Mordaça”, a dita lei anti-homofobia(PLC 122/2006 E PL 6418/2005). Tudo isto também faz parte de uma campanha ardilosa que visa jogar a opinião pública contra a Igreja e seus líderes, tachando-os de preconceituosos e intolerantes.

Todo o Brasil sabe da contribuição dados pela Igreja evangélica ao país, nosso povo também sabe que cenas como as que foram apresentadas nesta novela não condizem com a realidade. Onde já se teve notícia que evangélicos insuflaram as massas contra os gays no Brasil, muito pelo contrário , temos sim é pregado o arrependimento, o amor e o perdão para com essa pessoas, em relação Deus.

A Rede Globo agiu de forma maliciosa, discriminadora, preconceituosa e pejorativa em relação a todos os cristãos evangélicos de nossa nação, retratando-nos como fanáticos que desejam impor seu pensamento e seu estilo de vida a sociedade. São fatos como esse que nos fazem acender a luz amarela e percebermos que estamos caminhando para tempos de perseguição religiosa em nosso tão amado e querido Brasil - Lamentável.

Oremos por nossa nação!

Paz a todos.

Euder Faber

Fonte: Vinacc