A longa história da reencarnação

A longa história da reencarnação

10 comentários em “A longa história da reencarnação”

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NECESSITAM MAIS ESTUDAR O TEMA POIS APRESENTAM VÁRIAS FALHAS DE INTERPRETAÇÃO DO ASSUNTO.SÓ PODEMOS FALAR DE ALGO EM PONTO DE CRÍTICA SE TEMOS TOTAL CONHECIMENTO DO MESMO.

Reverências! Muito Obrigado! Por mais que estudemos um assunto, estamos vendo apenas uma parte do todo, imagine então comparar uma série de doutrinas do ponto de vista humano, limitado e restrito.Precisamos sim propagar a PAZ pela Fé e agardecer por haver tantos pensadores, que tentam entender e estudar a evolução do homem e elevar a sua cosnciência a um estágio mais puro.

Infelizmente as pessoas so querem falar mal, defamar sem no minimo estudar e buscar compreender o porquê dessa teoria que faz parte dos ensinos transmitidos no evangelho em diversas passagens, como é relatado em deuteronomio , lucas , joao , marcos ,esdras, etc fique com Deus e que nosso mestre Jesus te ilumine e a nós , os seus seguidores , nao nos desampare.

AFINAL QUAL É A SUA RELIGIÃO MESMO? COM ESTE TEXTO CONFUSO NAO DA PRA SABER O QUE VC ATACA NEM O QUE VC DEFENDE. SERÁ MESMO QUE DEUS NA SUA INFINITA BONDADE E JUSTIÇA IRIA PERMITIR QUE UM INDIVÍDUO QUE DESOBEDECEU UM DE SEUS MANDAMENTOS COMO O “NAO MATARÁS” NAO PAGUE PELO SEU ERRO, E SE ESTE NAO TIVER TEMPO DE PAGAR TERRA ONDE IRAR PAGAR? NO INFERNO? NAO SERÁ MAIS JUSTO ESTE MESMO INDIVIDUO VOLTAR E TENTAR TRILHAR OUTRO CAMINHO, O DO BEM? OU SERÁ QUE JESUS, COMO MUITAS RELIGIõES PREGAM, MORREU PARA NOS SALVAR E POR ISSO ESTAMOS SALVOS SEJA QUAL FOR O ERRO COMETIDO. ACREDITO QUE JESUS VEIO PARA DEIXAR SEUS ENSINAMENTOS PARA NOS SERGUIRMOS. E NOSSO PAI NOS DEU O LIVRE-ARBITRIO, PODEMOS ESCOLHER QUE CAMINHO TRILHAR ENTÃO SOMOS RESPONSAVEIS PELO QUE COMENTEMOS, NAO É JUSTO COLOCAR CULPA EM DEUS. E NEM COMO ALGUMAS RELIGIÔES FAZEM, COLOCAR DEUS COM UM IMPIEDOSO QUE PUNI SEM AMOR AQUELES QUE PECAM. SEM FALAR QUE A EVOLUÇÃO É ALGO NATURAL, SERÁ QUE NAO VEÊM? A EVOLUÇAÕ EXISTE EM TUDO E ESTÁ PARA TODOS. QUANDO COMPREENDERMOS ISSO PODE TER CERTEZA A HUMANIDADE NAO SOFRERAR MAIS COM TANTO DESAMOR COMO EXISTE ATUALMENTE. ACREDITO QUE O PRIMEIRO PASSO É DEIXARMOS DE DIZER QUE X RELIGIÃO É A CERTA E QUE Y É A ERRADA E COMEÇARMOS A GASTAR NOSSO TEMPO COM COISAS UTEIS COMO FAZER O BEM AO PROXIMO, O RESTO DO ENTENDIMENTO VEM COM O TEMPO.

Na Bíblia Jesus Disse: Ao homem está ordenado MORRER UMA SÓ VEZ vindo depois disso o juízo”. Ele não disse que o homem morreria e nasceria várias vezes. Só porque Ele ressuscitou não quer dizer que reencarnou como os espíritas dizem, portanto, fico com a Bíblia.

Realmente em hebreus 9:27. Eu Marcos vou morrer uma só vez, mas voltarei não mais como Marcos, Talves João, Joana. O versículo fala em morrer, mas estou falando em nascer, nascer de novo. Quem não nascer de novo não verá o reino de Deus. Por isso quando perguntaram para João Batista se ele era Elias, ele disse não. Repare que no final do versículo “vindo depois o Juizo”. Não esta escrito juizo Final. Isso significa que existe varios juizos, pois se não existira um Final. Não é? Seria totalmente incoerente! É preciso ler a palavra de Deus, sem preconceito sem religião se não vamos cometer os mesmas trucidades que os Religiosos cometeram o tempo de Jesus. Inclusive crucificando novamente.

A reencarnação e o seu conceito têm coerência. Acredito nesta sucessão de vidas, afinal, a vida é eterna e somente por isso, sem completa. A ciclo de vida uma nova interpretação, novos valores são aprendidos e aprimorados e assim vamos vivendo. Não vejo sentido viver-se apenas uma vez. Qual seria a razão da vida? Por outro lado, acredito que há espíritos que não desejam reencarnar, preferindo trabalhar na pátria da espiritualidade. Em síntese, é o que posso registrar. O assunto é longo e demanda tempo e espaço para escrever o que penso. Gilberto Pinheiro

A reencarnação representa e Bondade e a Paciencia de Deus em relação a nós. O que seria daquele que matou sem que ninguem nunca viesse a descobrir esse crime. Ele pagaria no inferno? Deus nos dá outra oportunidade p resgatar o crime cometido. Na medida em que evoluimo, e deixamos de errar, cessa a necessidade de renascer. Então se queremos conseguir a perfeição/iluminação, devemos seguir o evangelho: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao proximo como Ele nos ama. A reencarnação não serve p errarmos agora e pagarmos depois, e sim sabendo que a mesma existe e que deveremos voltar possamos ao menos voltar em situação espiritual um pouco melhor.

Amor, Tolerancia, Humildade, sao as unicas coisas que Jesus pregou em toda sua vida, quando ele mesmo dizia, Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguem vem ao pai senao por mim, quem é este “EU”?, somos todos nós, pois Jesus, nao falava no singular, e sim no plural, não existe condenação para o pecador, e sim a reparação”reencarnação”.

Olá! Parece que a idéia de REENCARNAÇÃO tá bombando aqui… Só pra jogar mais uma informação na discussão: aproximadamente a cada 7 anos, quase todas as nossas células morrem e se renovam; sem contar as idéias, pensamentos, opiniões, que podem mudar ainda mais rápido se a gente estiver disposto a dialogar. Ou seja, a cada 7 anos, todos nós “reencarnamos” num sentido mais amplo… Abraço a todos! Aos recém-encarnados e aos veteranos da encarnação!

Origens da crença na reencarnação

A crença no ciclo de nascimentos, mortes e renascimentos remonta às mais antigas tradições espirituais da humanidade. Civilizações como a indiana, egípcia e grega desenvolveram conceitos de transmigração das almas muito antes do advento do cristianismo. No hinduísmo, o samsara descreve a roda de existências condicionada pelo karma, enquanto que no budismo a meta é escapar do sofrimento através da iluminação. Essas ideias viajaram para o Ocidente, influenciando filósofos como Pitágoras e Platão, que defenderam a preexistência da alma e a possibilidade de múltiplas encarnações.

Ao longo dos séculos, a reencarnação foi reinterpretada por diversas correntes esotéricas e espiritualistas. No século XIX, o movimento espírita codificado por Allan Kardec popularizou no Brasil e na Europa uma visão de reencarnação como lei divina de progresso moral. Hoje, mesmo fora de contextos religiosos, muitos acreditam que viver outras vidas explica talentos inatos, fobias ou relações profundas. Contudo, é essencial examinar essa doutrina à luz das Escrituras e da tradição teológica cristã, a fim de esclarecer diferenças fundamentais com a fé bíblica.

A reencarnação nas tradições religiosas

No hinduísmo, a alma (atman) é eterna e passa por inúmeras encarnações até alcançar a liberação (moksha). O budismo, embora negue a existência de um "eu" permanente, também ensina o renascimento contínuo impulsionado pelo desejo. No antigo Egito, acreditava-se que o ba podia retornar ao corpo ou assumir novas formas. Apesar dessas variações, há um denominador comum: a ideia de que cada indivíduo colhe o que plantou em vidas passadas, em um processo de aperfeiçoamento ou purificação.

Curiosamente, alguns grupos que se dizem cristãos, como certas vertentes do espiritismo e do racionalismo cristão, tentam conciliar a Bíblia com a reencarnação. Interpretam passagens como o diálogo de Jesus com Nicodemos sobre "nascer de novo" (João 3) como referência ao renascimento físico, e não à regeneração espiritual. Movimentos como a Cultura Racional e o Universo em Desencanto desenvolveram cosmologias próprias que incluem a pluralidade das existências. No entanto, é preciso analisar com cuidado se tais interpretações resistem a uma exegese séria do texto sagrado.

A visão bíblica da vida após a morte

A Bíblia, desde o Antigo Testamento, apresenta uma perspectiva linear da existência humana: nascemos, vivemos uma única história terrena e, após a morte, enfrentamos o juízo divino. A epístola aos Hebreus declara que "aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disso, o juízo" (Hb 9:27). Esta passagem é um dos pilares da rejeição cristã à doutrina reencarnacionista, pois indica claramente a singularidade da morte e o caráter definitivo do veredito que a segue.

Jesus, em seu ministério, nunca ensinou que alguém reencarnaria. Quando questionado sobre um cego de nascença (João 9), não atribuiu sua condição a um pecado de vidas passadas, mas à oportunidade de manifestar a obra de Deus. Além disso, a parábola do rico e Lázaro (Lucas 16) mostra um abismo intransponível entre o céu e o inferno, sem possibilidade de retorno. A ressurreição, e não a reencarnação, é a esperança cristã: a vitória sobre a morte pelo poder de Cristo, que garante a redenção do corpo e a vida eterna em comunhão com Deus.

Desafios filosóficos e teológicos

Um dos principais atrativos da reencarnação é a aparente justiça: cada um paga exatamente por aquilo que fez. Contudo, essa ideia traz sérios problemas. Se não lembramos das vidas passadas, como podemos aprender com os erros? A doutrina também sugere um ciclo infinito de tentativas, o que diminui a urgência da conversão e da graça. No cristianismo, a justiça divina se manifesta na cruz: Cristo assumiu o castigo que nos cabia, oferecendo perdão completo e renovação instantânea. Não precisamos de múltiplas vidas para sermos aperfeiçoados; o sacrifício de Jesus é suficiente para nos santificar.

Além disso, a reencarnação dilui a unicidade da pessoa humana. A cada existência, o indivíduo mudaria de nome, corpo, sexo e circunstâncias, perdendo a continuidade da identidade. Para a fé cristã, cada pessoa é criada por Deus de forma única e irrepetível; a morte não é um retorno ao ciclo, mas o encontro definitivo com o Criador. A doutrina da ressurreição assegura que seremos nós mesmos, com nossa história redimida, e não alguém diferente em uma nova vida.

Conclusão: uma esperança viva

A crença na reencarnação possui uma longa história e ressoa em muitos corações que buscam sentido para o sofrimento e a desigualdade. No entanto, a revelação bíblica oferece uma resposta mais profunda: um Deus amoroso que se fez homem, morreu por nossos pecados e ressuscitou, garantindo que aqueles que nEle confiam têm a vida eterna. Não precisamos carregar o peso de dívidas passadas, pois em Cristo há novo nascimento — não da carne, mas do Espírito.

Por fim, o chamado do evangelho é claro: "Arrependei-vos e crede no Evangelho" (Mc 1:15). A salvação não depende de nossas reencarnações, mas da graça recebida pela fé. Que o debate aqui apresentado sirva para esclarecer as diferenças e para levar cada leitor a buscar a verdade em Jesus, que é o Caminho, a Verdade e a Vida (Jo 14:6).