E Agora, Como Viveremos?

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Dawkins usa crianças cristãs em anúncio ateu

30/11/2009 · 7 Comentários

A mais recente campanha contra a religião levada a cabo por Richard Dawkins recorre à imagem de duas crianças que são filhas de um dos mais conhecidos músicos cristãos dos EUA, Brad Mason. “Não me rotule, por favor – Deixe-me crescer e escolher por mim.” É esse o lema que aparece entre as fotografias de duas crianças aos saltos, com um grande sorriso no rosto, numa imagem que pretende revelar liberdade e felicidade. A campanha está sendo levada a cabo pela British Humanist Association e o biólogo e militante ateu Richard Dawkins, com o objetivo de criticar a educação religiosa das crianças. Segundo um dos dirigentes da BHA, Andrew Copson, “rotular as crianças segundo a religião dos seus pais atenta contra seus direitos e a sua autonomia”. (…)

“Parece piada”, explicou o pai e fotógrafo Brad Mason, “porque obviamente estavam à procura de imagens de crianças que parecessem felizes e livres. Aconteceu escolherem estas crianças cristãs. É irônico. No fundo é um elogio, demonstra que educamos bem os nossos filhos, e que são felizes.”

Li no Criacionismo

[Coisas do Dawkins, como sempre]

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Jornalistas seguidores do irado Dawkins

22/11/2009 · 4 Comentários

Em matéria publicada no site da revista Época, com o tema “Dawkins: um biólogo irado“, o jornalista, cujo nome não é revelado, não contente em simplesmente dar publicidade ao novo livro do líder dos neoateístas, e replicar suas, como direi, prá lá de conhecidas queixas contra os teístas, vai além, fazendo uso do principal recurso do próprio Dawkins: dizer asneiras.

Ele escreve: ” O maior espetáculo da Terra não é um mau livro – Dawkins não saberia escrever algo que fosse ruim. No entanto, pode-se perguntar por que ele perde tanto tempo tentando argumentar com os criacionistas. Todos nós sabemos que os criacionistas não são pensadores racionais. Eles são movidos por suas crenças, não pela lógica. Eis aí a justificativa da profissão de fé deste grande cientista. Dawkins não tem medo de ser politicamente incorreto. Não tem papas na língua. Não tem medo de criar polêmica nem chamar os criacionistas de imbecis. A única coisa que Dawkins teme é a ignorância.”

Sobrou ideologia e faltou um mínimo de cultura ao redator de Época, fruto de evidente e estúpido desconhecimento do que seja o criacionismo ou design inteligente, o qual, ele não sabe,  não é amparado simplesmente por conceitos de crendices, como quer Dawkins e seus seguidores, e muito menos por pessoas irracionais movidos por fé. Desde há muito essa visão grotesca está superada dentro até dos círculos acadêmicos, somente os atrasados, ultrapassados e os escritores de má-fé reverberam tais ataques funestos. Além de outras incoerências, dizer que criacionistas são irracionais é dizer o mesmo de cientistas que desbravaram a ciência moderna e que criam no criacionismo, como os físicos Newton, Faraday, Maxwell; na biologia, Mendel, Pasteur, Agassiz; na astronomia, Galileo, Kepler, Herschel e, na matemática, Pascal, Leibnitz etc.

Argumentos dessa espécie são, em verdade, táticas rasteiras de jornalistas que comungam da mesma profissão de fé de Dawkins, a saber: o naturalismo. Não possuem argumento, conteúdo e muito menos bom senso para abrir o debate.

Acontece que o jornalista esqueceu de investigar a própria teoria de Darwin. Como escreveu o Dr. Antonino Zichichi, doutor em física núclear, professor de Física da Universidade de Bolonha, fundou e direge o Centro de Cultura Científica Ettore Majorana de Erice, e ex-presidente da European Physical Society, e da Wordl Federation of Scientists, em seu livro Por que acredito Naquele que fez o mundo: Uma teoria com anéis ausentes, desenvolvimentos milagrosos, inesplicáveis extinções, imprevistos desaparecimentos não é ciência galineana. Ela pode, no máximo, ser uma interessante tentativa de estabelecer uma correlação temporal direta entre observações de fatos não-reproduzíveis, objetivamente fragmentários que precisam necessariamente de ulteriores réplicas”.

E daí, quem são os irracionais?

www.comoviveremos.com

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Serra inaugura em São Paulo clínica dirigida a homossexuais

10/06/2009 · 3 Comentários

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Serra em outro evento

Deu no Jornal de Brasília (comento ao final):

São Paulo, 9 jun (EFE).- Foi inaugurada hoje em São Paulo a primeira clínica pública para atendimento exclusivo de homossexuais, travestis e transexuais, em uma experiência inédita no Brasil.

O centro de atendimento médico, inaugurado pelo governador do estado, José Serra, terá profissionais nas áreas de medicina, enfermaria, psicologia, nutrição e dietética e fisioterapia especializados no atendimento a gays.

“Recebemos este hospital com muita felicidade. É um pontapé inicial para que outras cidades façam o mesmo”, afirmou Alexandre Santos, presidente da Associação da Parada do Orgulho de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Travestis e Transexuais.

Ele afirmou que a diferença desta clínica começa na recepção: “Em outros hospitais, alguns funcionários não sabem como lidar com detalhes, como na questão do nome” em casos de transexuais.

“Mas o mais especial será que teremos urologistas e endocrinologistas especializados, por exemplo”, ressaltou.

A inauguração do centro de saúde faz parte das atividades que precedem a 13ª Parada do Orgulho LGBT, que deve atrair cerca de três milhões de pessoas nas ruas de São Paulo, segundo os organizadores.

Durante o desfile, a Secretaria de Saúde distribuirá um milhão de preservativos e fará testes para detectar aids. EFE

Fonte:

Comento:

Então. Temos aí mais uma prova robusta da segregação que estão levando a efeito no Brasil. Vejam vocês, foi criada uma clínica para atendimento exclusivo de homossexuais, travestis e transexuais, concedendo a eles privilégios especiais em detrimento dos direitos das demais pessoais. Hetero não tem vez. É só homossexual. Se você não for gay, travesti ou transexual, esqueça, pois não será atendido. Vá buscar atendimento em outro lugar. É isso que o governo de São Paulo está fazendo.
Se isso não for uma forma de discriminação contra os heterossexuais, então eu não sei dizer o que é. Separar as pessoas por aquilo que eles denominam de “opção sexual” é de um desvario e de uma irresponsabilidade que não tem tamanho. É mais uma evidência de como o movimento gay tem conseguido espaço dentro dos círculos do poder; não bastasse o governo federal, agora também no Estado de São Paulo.
Além de ser um ato discriminatório e ofensivo à moral, representa também um enorme desrespeito para com a sociedade de um modo geral, já que a inauguração de uma clínica dessa natureza pressupõe que o governo de São Paulo tem oferecido atendimento de primeira em todas as áreas da saúde. É como se tivesse cumprido o dever de casa; feito a sua obrigação e partisse agora para as obras “acessórias”, “voluptuárias”.  Mas não é o que acontece. Assim como nos demais estados, o atendimento hospitalar é um verdadeiro caos. Pessoas estão morrendo em leitos. Faltam médicos e medicamentos.
Portanto, estão fazendo do dinheiro público papel de troca simplesmente para agradar os homossexuais. É o totalitarismo em evidência!

É uma lástima!

Divulgação: www.comoviveremos.com

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Pesquisas de Células-Tronco: Vida pode valer menos que uma árvove?

15/03/2008 · 10 Comentários

http://searadecores.no.sapo.pt/cantos/sixth-sense.JPG
por Valmir Nascimento Milomem Santos

Sobre a temática que envolve a liberação das pesquisas de células-tronco no Brasil é notório a existência de uma enorme pressão ideológica da mídia a favor da liberação. É comum vermos reportagens onde se apresenta pessoas, inclusive crianças, com algum tipo de doença cuja – cura – poderia advir das pesquisas embrionárias.Percebe-se, à toda evidência, um instigante apelo emocional contida nas “propagandas” veículadas nos notíciários, onde sequer é colocado em foco a questão da moralidade, e se o embrião deve ser considerado como uma pessoa. Perguntas como “Quando se inicia a vida? Existe vida biológica sem alma e espírito? Podemos dizer que o embrião não é uma pessoa?” são desprezadas.A conclusão que se chega ao vislumbrar o posicionamento daqueles que apoiam as pesquisas embrionárias é que eles não estão nem aí para tais indagações ou para as verdades delas auferidas. Em verdade, para eles pouco importa se existe vida ou não, o que interessa é que as pesquisas sejam empreendidas e pessoas “sejam curadas”, independente se tais curas são realizadas às custas de outras vidas.

Esse grupo de pessoas não está preocupado com a questão moral que entorna o assunto. Exemplo incontestável é o caso dos defensores do aborto. Não há dúvidas de que existe a vida, mas mesmo assim tentam por outros meios legitimar a morte dos nascituros.

Geremias do Couto inclusive alertou para o fato de que a liberação de tais pesquisas é uma prévia para a aprovação plena do aborto em nosso país.

“Poucos em nosso arraial conseguem vislumbrar que, por trás da liberação das pesquisas com células-tronco, as portas ficarão escancaradas para a aprovação do aborto. Caso o Supremo Tribunal Federal decida favoravelmente, quando voltar a se reunir para deliberar sobre a inconstitucionalidade da lei de biossegurança, não haverá mais nenhum empecilho constitucional para impedir que o aborto se torne uma prática de pleno direito em nosso país. Tudo já está orquestrado”.

Na essência, o posicionamento a favor das pesquisas é absolutamente pragmático, onde o importante não é saber se a atitude é certa ou errada, mas sim se ela funciona ou não.

Outro ponto interessante que também nos desperta a atenção e nos deixa com os “cabelos em pé” nesse cenário pós podermo é o modo como o homem valoriza mais o meio ambiente do que a vida humana. Se não, vejamos:

No direito ambiental existe um principio chamado de principio da precaução cujo postulado diz que quando uma atividade representa ameaças de danos ao meio ambiente ou à saúde humana, medidas de precaução devem ser tomadas, mesmo se algumas relações de causa e efeito não forem plenamente estabelecidos cientificamente. Ou seja, se não for possível comprovar se haverá ou não danos ao meio ambiente, a ação não poderá ser executada.

O Princípio 15 da Declaração do Rio sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento diz o seguinte:

“Com o fim de proteger o meio ambiente, O PRINCÍPIO DA PRECAUÇÃO deverá ser amplamente observado pelos Estados, de acordo com suas capacidades. Quando houver ameaça de danos graves ou irreversíveis, a ausência de certeza científica absoluta não será utilizada como razão para o adiamento de medidas economicamente viáveis para prevenir a degradação ambiental”.

Em 1998 a Declaração de Wingspread, define com clareza o Princípio da Precaução, como sendo:

…”Portanto, faz-se necessário implantar o PRINCÍPIO DE PRECAUÇÃO quando uma atividade representa ameaças de danos à saúde humana ou ao meio-ambiente, medidas de precaução devem ser tomadas, mesmo se as relações de causa e efeito não forem plenamente estabelecidas cientificamente”.

“Neste contexto, ao proponente de uma atividade, e não ao público, deve caber o ônus da prova”.

“O processo de aplicação do PRINCÍPIO DE PRECAUÇÃO deve ser aberto, informado e democrático, com a participação das partes potencialmente afetadas. Deve também promover um exame de todo o espectro de alternativas, inclusive a da não-ação”.

Portanto, segundo tal principio, não havendo certeza científica absoluta a atividade não poderá ser empreendida a bem do meio ambiente. Na esteira desse pensamento, percebe-se que nem de longe o princípio da precaução é aplicado quando o assunto é a vida humana. Ora, a pergunta fundamental é saber se existe vida nos embriões, ou se os mesmos são pessoas. O problema é que a ciência não consegue, por meio dos tubos de ensaio, chegar a tal resultado. Portanto, temos um cenário de dúvida. E no caso, ao invés de usarem o princípio da precaução e ter o entendimento de que na dúvida deve-se privilegiar a vida, a atitude que se toma é no sentido de ulilizar os embriões para efeito de pesquisas.

A aplicação do princípio da precaução deveria ser analógica ao caso, posto que ninguém possui certeza científica absoluta sobre qual o momento em que se inicia a vida. O jurista Damázio de Jesus coloca o dilema da seguinte forma:

“No caso concreto, o problema básico é saber se um embrião é ou não um ser vivo. Se houvesse consenso, da unanimidade, ou pelo menos da unanimidade moral dos cientistas, sobre a matéria, pela afirmativa ou pela negativa, a decisão seria clara e imperiosa. Se é certo que há vida no embrião, ela não pode ser violada sem ferir o Direito Natural e sem lesar nossa Carta Magna. Se está correto que não há, nada impede que se utilizem os embriões, tanto mais que serão usados para preservar outras vidas humanas. Ora, esse é justamente o ponto em que os cientistas não estão de acordo. Há os que entendem de uma forma; outros de outra, contrária… A Igreja ensina que no embrião já há, pelo menos, um princípio vital capaz de direitos que devem ser juridicamente protegidos. Os cientistas estão francamente divididos a respeito. Não havendo consenso na Ciência, pelo menos no seu atual estágio de desenvolvimento, prevalece a certeza de que pode haver vida. E, sendo a vida um dom supremo de Deus e um direito fundamental do ser humano, prevalece, a meu ver, a idéia de que, podendo haver vida, a legislação deve protegê-la.”

As pessoas que acreditam que o embrião não possui vida baseiam suas idéias no simples achismo, exemplo disso foi o pronuncialmente da Ministra do STF Ellen Gracie, por ocasião do seu voto. Ela disse:

“Com todas as vênias, eu não constato vício de inconstitucionalidade na referida norma. Segundo acredito, o pré-embrião, não acolhido pelo útero, não se classifica como pessoa, e a ordem jurídica trata da pessoa nascida com vida, e os pré-embriões destinados ao descarte também não se enquadram na condição de nascituro.”

Portanto, esse é o cenário em que estamos, onde o que mais vale são as posições ideológicas baseadas no senso comum. Como dito, os defensores das pesquisas com embriões não estão preocupados em saber se existe vida ou não, ou se é moral ou não, eles querem é “trabalhar” com essas vidas. Pouco importa o resultado.

Ainda, vivemos um cenário em que uma árvove vale mais do que um ser humano. Afinal, se existe dúvida sobre a existência de vida, o correto seria in dubio pro vitae, ou seja, na dúvida, a vida deve ser privilegiada e protegida, mas o que percebemos é completamente o contrário, elas simplesmente serão utilizadas como cobaias, afinal, como disse o próprio Hélio Schwartsman (defesor das pesquisas), tais embriões não passam de mórulas que tenham sido consideradas inviáveis ou que estejam congeladas há mais de três anos – o que as torna más candidatas para iniciar uma gravidez.

Como cristãos, precisamos neste momento tornar nossas vozes audíveis, posicionando-nos contra essa aberração que contraria não somente a Palavra de Deus, mas a Constituição Federal do Brasil que alberga o direito à vida, e ainda o direito natural do ser humano.

Divulgação permitida, com devida citação da fonte.

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NOTAS DA VENEZUELA

29/11/2007 · 2 Comentários

A Venezuela está para explodir!

Até o dia 2 de dezembro, quando será votado o referendo sobre a mudança da Constituição do país, muita coisa pode acontecer. Então se você quer saber o que está ocorrendo por lá, é bom acompanhar uma mídia paralela. Acesse o blog Notalatina:

“Durante toda esta semana, até o domingo 2 de dezembro, data do referendum, o Notalatina vai emitir boletins sobre a situação da Venezuela, considerando sobretudo que os jornais brasileiros estão informando notícias que são repassadas pelos órgãos oficiais do governo chavista e dos “companheiros de viagem”, ou seja, transmitindo notícias falsas, mascaradas ou mesmo omitindo informações essenciais para que se possa compreender o que de fato está ocorrendo lá.” Trecho de artigo do Notalatina

 


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CUIDADO COM OS SPAM’s IDEOLÓGICOS

13/09/2007 · 2 Comentários

http://www.alaska.net/~royce/spam/spam-collection-2005-04.jpg

Quem utiliza a internet constantemente sabe na prática o que significa SPAM. São aquelas mensagens indejáveis que você recebe com frequência em sua caixa de e-mail, sobre propagandas, boatos e informações diversas. São verdadeiros lixos virtuais que tentam a todo custo fazer com que o receptor fique convencido da mensagem repassada.

Segundo um artigo do Portal Terra “SPAM foi o nome dado a uma marca de presunto picante (SPiced hAM, em inglês, de onde surgiu a sigla) enlatado da Hormel Foods, uma empresa norte-americana que vende o produto desde 1937. E como o nome de uma comida enlatada se tornou sinônimo de uma das piores pragas da Internet? A resposta é, curiosamente, o grupo de comediantes britânicos Monty Python.

Em um quadro de seu programa de TV na década de 70, eles encenaram uma cena surreal em um restaurante que servia todos os seus pratos com SPAM. A garçonete descreve para um casal de clientes os pratos repetindo a palavra “spam” para sinalizar a quantidade de presunto que é servida em cada prato. Enquanto ela repete “spam” várias vezes, um grupo de vikings que está em outra mesa começa a cantar “Spam, spam, spam, spam, spam, spam, spam, spam, lovely spam! Wonderful spam!”, interrompendo-a.”

O interessante é que fora do ambiente virtual, vários SPAMs também estão se proliferando. Uma verdadeira avalanche de mensagens ideológicas são repassadas constantemente na mídia, com o objetivo de fazer as pessoas se convencerem de sua validade.

Portanto, cuidado com os SPAMs ideológicos!

 

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