E Agora, Como Viveremos?

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Auto Ajuda ou Ajuda do Alto?

07/08/2007 · 3 Comentários

segredo-poster01t.jpgpor Valmir Nascimento Milomem

Vivemos na época do ‘auto’. Auto-ajuda, auto-estima, auto- análise, auto-aceitação, auto-afirmação, autoconfiança, auto-isso e auto-aquilo. O ego é o centro das atenções. O espetáculo da atualidade. O senhor de tudo. O remédio para as mazelas. A solução para os problemas.

Estás desanimado? Auto. Estás deprimido? Auto. Estás abalado? Auto. Queres progredir? Auto. Queres um amor? Auto. Queres prosperidade? Auto. Queres amigos? Auto.Anseias felicidade? Auto. Precisas de alegria? Auto.

Essa é a receita para o sucesso: Ame-se. Goste da sua pessoa. Apaixone-se por você. Adore-se. Descubra-se. Confie em si. Afinal, você é a pessoa mais importante desse mundo e se você não gostar de si mesmo, quem vai gostar então? Argumentam.

Essas alegações estão por todas as partes. Você as lê nas revistas, ouve-as na mídia e escuta-as, principalmente, nas palestras acerca do sucesso. Ela tem sido difundida, apregoada, utilizada e finalmente, endeusada.

Martin & Deidre Bobgan argumentam que as fórmulas do valor próprio, do amor-próprio e da auto-aceitação escorrem do tubo da televisão, fluem pelas ondas do rádio e seduzem através da publicidade. Do berço ao túmulo, os defensores do ego prometem a cura de todos os males da sociedade por meio de doses de auto-estima, valor próprio, auto aceitação e amor próprio. E todo mundo, ou quase todos, repetem o refrão: “Você só precisa amar e aceitar a si próprio como você é. Você precisa se perdoar”, e: “Eu só tenho de aceitar-me como sou. Eu mereço. Eu sou uma pessoa digna de amor, de valorização, de perdão.”

Atualmente, portanto, existe um forte voz que ecoa pelos quatro cantos da terra informando-nos que o nosso problema é não pensarmos suficientemente bem a nosso próprio respeito, que pensamos pequenos demais, que temos uma imagem negativa, e que nossa maior necessidade é elevarmos a nossa auto-estima.[2]

O livro do médico-palestrante-conferencista-escritor-Dr. Lair Ribeiro “O sucesso não ocorrer por acaso”, por exemplo, está repleto dessas argumentações. Segundo esse palestrante do sucesso “Somos a força criadora da nossa vida. Comece já a rescrever sua história com as cores do sucesso, conquistando aquilo que você realmente deseja”. “Ouse fazer, e o poder lhe será dado!”[3].

Não é à toa, portanto, que essa idéia ganha mais e mais adeptos. O livro acima citado, anote-se, vendeu mais de 1.700.000 (Um milhão e setecentos mil) exemplares em trinta e cinco países. Sem falar de outros best-sellers que explodem pelo mundo afora, cujos assuntos que tem como foco a auto-ajuda, como por exemplo o recente sucesso “O Segredo

Por que? Ora, a idéia do poder pessoal e do amor próprio seduz as pessoas. Diz aos indivíduos que eles são autônomos e independentes. Alega que se confiarmos em nós mesmos recebermos tudo o que quisermos; seremos felizes e, sobretudo, prósperos.
Quem não gosta de algo mágico como esse? Essas afirmações seduzem o homem e massageiam o ego, tornando-os donos de seus próprios narizes. Responsáveis por seus próprios destinos.

 

Uma pequena anotação

Antes de adentrar, porém, ao mérito desse assunto, devo ressaltar que este texto não defende o pessimismo nem advoga o pensamento negativista do tipo “tudo vai dar errado”. Inegavelmente, as pessoas necessitam dispor de um mínimo de bom senso. Precisam acreditar no seu potencial e trabalhar em prol da melhoria pessoal, profissional, familiar, e, principalmente, espiritual.

Os indivíduos que negligenciam isso relegam tudo ao acaso, ou esperam que tudo caia do céu. Mantêm-se inertes e desprovidos de iniciativa. Consideram-se incompetentes e inabilitados parar executar qualquer tipo de tarefa que lhes seja exigido. Mantêm-se trancafiados nos casulos do “não consigo”, “não posso” e “não tem jeito”. Assim, suas vidas não progridem. Suas habilidades não se desenvolvem.

Por outro lado, à luz do Livro dos Livros, não se concebe o pensamento egocêntrico; o qual considera o homem como sendo o solucionador de todo o caos. A panacéia geral que trará a resolução às moléstias, prosperidade e felicidade.

Baseado nas Escrituras Sagradas não é possível aceitar que a auto-estima seja a chave para felicidade do ser humano. Como se o amor próprio fosse mais importante que o próprio Deus. Cuja lógica nos levaria a pressupor que somos mais importantes que o Criador.

Qual o problema em amar a si mesmo?

Nesse ponto do texto você pode perguntar: Qual o problema em gostar de si mesmo? Qual o erro do amor-próprio? Qual o pecado da auto-estima?

Respondo: O problema não está no simples fato de gostar de si mesmo, afinal, Deus nos dotou do instinto de auto preservação e auto defesa, capacitou-nos com o senso de cuidado pessoal. Paulo colocou esse sentimento como sendo algo natural: “Porque nunca ninguém aborreceu a sua própria carne; antes a alimenta e cuida, como também o Senhor à Igreja”.

(Ef.5:29). Em outras traduções, lê-se: “Porque ninguém jamais odiou a sua própria carne (…)”.

O problema, por outro lado, reside no extremo que as pessoas têm levado o amor próprio. Tem-se usurpado a naturalidade e beirado os limites do egocentrismo, individualismo, humanismo, e, finalmente, a divindade pessoal.

Os idealizadores da “cultura do amor-próprio” partem da premissa de que o homem, naturalmente, odeia a si mesmo. Pressupõem que o ser humano só não é bem sucedido porque possui em seu intimo um ressentimento; uma briga pessoal interna. Seus objetivos de vida, portanto, não são atingidos em virtude dessa constante auto-depreciação.

A auto-estima, diz Lair Ribeiro, “é fundamental na conquista do sucesso. Se você não gosta de si mesmo, como vai convencer os outros a gostar? Não adianta se cobrir de ouro, usar roupas finas, se a auto-estima estiver baixa. O problema é que o modo como fomos criados nos leva a não gostar de nós mesmos. Nossa estrutura nos torna autocríticos demais”.

Segundo Dave Hunt esse fundamento é, em sua essência, inverídico. É óbvio que há um grande número de pessoas que expressam graus variados de auto-depreciação. Porém, é fácil perceber que na realidade tais pessoas não odeiam a si mesmas. Aqueles que dizem: “Eu sou tão feia que eu me odeio!”, não se odeiam de verdade; caso contrário eles mesmos estariam contentes por serem feios (Afinal eles não se odeia?). É exatamente porque amam a si mesmos que ficam perturbados com suas aparências e com a maneira pela qual as demais pessoas reagem a eles.[5]

Hunt prossegue com outros exemplos:

“A pessoa que geme em meio à depressão e diz que se odeia por ter desperdiçado sua vida estaria de fato feliz por ter desperdiçado a sua vida, caso se odiasse de verdade. O fato é que a razão a de estar infeliz por ter desperdiçado a sua vida é seu amor a si mesma. O criminoso aparentemente carregado de remorso, que diz odiar-se pelos crimes que cometeu, deveria então estar feliz por estar sofrendo na prisão. No entanto, espera escapar a esse destino, o que prova que ele se ama. Assim acontece com a pessoa que tira a própria vida. A maior parte dessas pessoas considera o suicídio uma fuga; mas quem ajuda alguém a quem odeia, a fugir? O suicídio é o ultimo ato do ego tentando escapar às circunstâncias sem consideração alguma por qualquer outra pessoa”.[6]

A pessoa, portanto, que se deprecia constantemente, não se odeia de fato, tampouco tem uma auto-imagem inferior; ao reverso, ela está simplesmente informando aos demais que seu desempenho não está em conformidade com os padrões que ela mesma estabeleceu para si. Isso, evidencie-se, não é um sintoma de auto-estima deficiente, contrariamente, é o outro lado da moeda do orgulho. [7]

Neste mesmo sentido, A.W. Tozer explica que a auto-depreciação é ruim pela simples fato de que o ego está ali para ser depreciado. O ego, quer se exalte, quer se deprecie, não pode ser qualquer outra coisa senão detestável para Deus. A vanglória é então a prova de estarmos satisfeitos com nosso ego; a auto-depreciação, ao contrário, é a prova de que estamos desapontados com ele. Em qualquer um das formas revelamos que temos uma opinião muito positiva a nosso próprio respeito.[8]

 

Destarte, a alegação de que o homem se odeia por natureza, é uma grande farsa. A auto-depreciação é em outras palavras o grito de lamúria do homem, que se ama na sua essência (lembremos das palavras de Paulo), e que não conseguiu atingir o ápice de seus desejos, projetos ou sonhos. Caso o homem realmente não se amasse, a humanidade estaria completamente dizimada; assassinadas pelos seus próprios “eus”.

Ocorre que uma avalanche dessa farsa junto às fórmulas psicológicas e psicoterápicas de auto-estima vêm sendo despejadas nas cabeças dos indivíduos. A entronização desse assunto é tão comum que se brincar até mesmo os cães estão com seus egos mais elevados, resultado dessa crescente idéia egocentrista.

Até bem pouco tempo o homem tinha a ciência de que a principal razão de sua vida compreendia essencialmente a necessidade de voltar sua mente para Deus, o Criador. Hoje, no entanto, aplacou-se a idéia de que o homem deve voltar-se cada vez mais para si mesmo. Antigamente a sociedade, apesar de seus constantes erros, tinha a convicção de que a superação para as mazelas estava em Cristo. Atualmente acredita-se que a solução está dentro de cada cidadão.

Em meio a todo esse cenário, uma coisa é certa, a Palavra está se cumprindo. Como disse Paulo:

“Sabe, porém, isto: Nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis; pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, antes amigos dos prazeres que amigos de Deus”. II Timóteo 3.1-4

Dependência ao Criador

Uma das primeiras lições que Deus ministrou aos israelitas no deserto foi acerca da dependência a Ele. Todos os dias pela manhã Deus enviava o maná para o seu povo – a única refeição que eles dispunham para se alimentarem. As pessoas deveriam pegar o maná somente para o mesmo dia, não podiam
estocar o alimento, pois certamente apodreceria. A única exceção era na sexta-feira que poderia apanhar alimento para o sábado também.

Acontece que essa situação deixava os israelitas completamente dependentes. “E se não vier maná amanha?”. “Será que Deus vai enviar alimento?”. Essas, com certeza, eram algumas dúvidas que pairavam na mente de alguns judeus, demonstrando claramente a falta de confiança no Criador. Eis o motivo pelo quais alguns deles tentaram armazenar o alimento, o que resultou numa experiência frustrada, é claro.

Ficar dependente de alguém é algo que as pessoas não querem; precisar dos outros é a ultima coisa que desejamos seja financeira, afetiva ou fisicamente. A doutrina da auto-ajuda tenta acabar exatamente com essa dependência, na medida em que joga para a si o senhorio da vida. Objetiva quebrar o elo de ligação que nos une ao Todo-Poderoso.

Assim, ao invés das pessoas buscarem a ajuda do alto, elas buscam a auto-ajuda. Ao invés de perseguirem o estima dos céus, partem no caminho da auto-estima. Ao contrário de amar a Deus e ao próximo, engendram meios de amarem a si mesmos.

Essas pessoas agem como aquela criança nos braços do pai, dizendo a ele: “Eu não preciso de você, eu necessito somente de mim”.”Basta somente eu confiar no meu potencial, o resto não importa”. Exato! Como pirralhos, dizem que já são crescidinhos e donos do próprio nariz. Ignoram aquilo que lhes dá o suporte, o amparo, a respiração, a vida.

Ademais, devemos observar que Jesus não nos convidou para amar a nós mesmo, mas sim para um relacionamento de amor com Ele e para com os próximos. A alegria dos homens deve ser encontrada nEle, não em si mesmos. O amor vem de Seu amor por eles. Assim o amor deles, de um para o outro, não vem do amor-p
róprio e da auto-estima, tampouco aumenta a auto-estima. A ênfase está na comunhão, na frutificação e na prontidão para ser rejeitado pelo mundo.

E conforme bem disse Deidre Bobgan: Somente através da semântica forçada, da lógica violentada e da exegese ultrajada alguém pode querer demonstrar que a auto-estima é bíblica ou mesmo parte da tradição ou do ensino da igreja. Aliás, auto-ajuda e ajuda do alto são completamente contraditórios.

A auto-ajuda diz pra você se auto-afirmar. A ajuda do alto pede pra você se negar. A auto-ajuda diz pra você se aceitar. A ajuda do alto pede pra você se renunciar. A auto-ajuda diz que você tudo pode. A ajuda do alto diz que sem Ele você nada pode fazer. A auto-ajuda diz pra você confiarmos em si mesmo. A ajuda do alto pede pra você confiar no criador. A auto-ajuda diz para você carregar os seus valores. A ajuda do alto pede pra você carregar a sua cruz.

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O segredo

29/07/2007 · 6 Comentários

O Segredo

Assisti, há pouco tempo, um filme chamado “O Segredo”, emprestado por uma colega de trabalho. Creio que o mesmo ainda não chegou ao Brasil, pois não encontrei referências sobre ele em nenhum site da Internet especializado em comentários de filmes de cinema e ou em DVD. Provavelmente foi baixado pela Internet ou copiado de algum DVD importado.

O único filme que possui críticas e comentários na Internet, é um de nome “Quem Somos Nós?”, lançado no Brasil em DVD, que apresenta, na forma de uma história, a mesma teoria de “O Segredo”.

“O Segredo” é um documentário narrado em inglês, com legendas em português, de origem americana (pra variar). Os narradores falam sobre uma suposta “Lei da Atração” da física quântica que, segundo eles, “é a lei mais forte do Universo”.

O filme prega que nós, homens, podemos conseguir tudo o que queremos: dinheiro, bens materiais, curas de doenças, bons relacionamentos pessoais, etc., através do “pensamento positivo”, bastando focar o pensamento naquilo que queremos, pois “tudo aquilo que pensamos se materializa, coisa boas ou ruins”. Usa, inclusive, a metáfora do “gênio da lâmpada”, onde o Universo é o “gênio” que atende aos nossos desejos conforme nossa vontade, tentando infiltrar na cabeça do espectador que a realidade é maleável, basta pensar positivo e tudo pode acontecer!

Justificam que somente cerca de 1% da população da Terra é rica porque tais pessoas conhecem “o segredo”. E que pessoas famosas e importantes do passado, como Albert Einstein, Isaac Newton, Michelangelo, entre outros, foram bem-sucedidas porque também já conheciam “o segredo”. Quanta bobagem!

Tenho conhecimento que tal filme tem sido apresentado por alguns psicólogos aos seus pacientes, como ferramenta auxiliar na terapia e tratamento dos mesmos. Não entendo o por quê disso, visto que o mesmo não aborda nada da ciência psicológica. “O Segredo” é apenas um filme de ficção científica, materialista, pagão, antibíblico, com forte pensamento esotérico, principalmente quando afirma que “aquilo que os teólogos chamam de Deus é apenas uma energia do Universo”.

O filme parece estar preparando as pessoas (não salvas) e o mundo para a religião única que será implantada pelo falso profeta e a Besta no período da Grande Tribulação, que será baseada na adoração da imagem da Besta, mas também, muito provavelmente, no Esoterismo e na Nova Era.

“O Segredo” ousa, até, fazer uma paráfrase de I João 4:4b (“porque maior é aquele que está em vós do que aquele que está no mundo”), usada na explicação sobre a “força interna” que há homem. No filme é dito: “maior é a força que há dentro do homem do que aquela que há no mundo”.

Atente a outro detalhe: no final do filme, depois de toda a indução à mentira, há ainda uma música sutil, bonita até, mas cuja letra diz simplesmente o seguinte: “Agora vou conseguir o que quero e ninguém vai me impedir”. É uma afirmação assustadora, o auge do espírito de rebelião contra Deus, que pode ser perfeitamente atribuída ao “espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que havia de vir; e agora já está no mundo” (I João 4:3b).

Para a maioria das pessoas, “O Segredo” é apenas um filme inocente que só quer o nosso “bem”, com “comprovação científica” e “filosófica”, e que nos deixa mais tranqüilos e “harmonizados” com o Universo, mas trata-se, na verdade, de mais uma evidente armadilha do Diabo. Fuja disso!

O Espírito Santo revela perfeitamente a verdade de Deus em Sua Palavra, e Jesus Cristo, Seu Filho, expõe essa verdade perfeitamente. Deus pôs tudo em Suas mãos e deu-lhe Seu Espírito sem medida: “E o governo estará sobre os seus ombros” (Isaías 9:6); “E, aproximando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra” (Mateus 28:18).

O Universo não está submisso à vontade ou ao pensamento do homem, mas sim ao do Criador e Soberano Deus, e de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo! Tudo está em Suas mãos, tudo está sob Seu controle e dentro de Sua vontade perfeita ou permissiva.

Por isso, não precisamos de “segredos” da física quântica, não precisamos de visões místicas, não precisamos de “revelações” adicionais ou de “ciências da felicidade”. Mas precisamos, urgentemente, de uma grande quantidade de estudo da Bíblia. Na Bíblia, somente na Bíblia, encontramos a Verdade Viva (Jesus Cristo) e as normas para a vida.

Porém, temos aí mais um sinal dos tempos, lembrando das palavras do apóstolo Paulo: “Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; ao contrário, sentindo coceira nos ouvidos, juntarão mestres para si mesmos, segundo os seus próprios desejos. Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos (II Timóteo 4:3-4).

Vivemos hoje, infelizmente, rodeados de pessoas que estão voltadas muito mais para os mitos e fantasias do que para Deus e Seu Filho Jesus Cristo, e como a maioria acredita em tudo que americano inventa, a tendência é que esse tipo de “auto-ajuda” continue aumentando.


“Somente a ti, ó SENHOR Deus, a ti somente, e não a nós, seja dada a glória por causa do teu amor e da tua fidelidade” (Salmos 115:1).

Escrito por Carlos Matheus Tarzia Jr.

Presbiteriano, estudante de Teologia

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BABOSEIRAS DA AUTO-AJUDA

11/04/2007 · 1 Comentário

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PEÇA, ACREDITE, RECEBA

Essa foi a capa da Revista Veja do dia 04 de abril de 2007, que teve como matéria principal o livro “O segredo” de Rhonda Byrne.

Trata-se de mais um amontoado de baboseiras sobre a auto-ajuda, auto-estima, auto-isso e auto-aquilo, onde cada pessoa, pelo poder positivo da mente poderá receber tudo quando quiser.

A despeito desse assunto, sugiro a leitura do artigo Auto-ajuda ou Ajuda do Alto, publicado neste blog.

Categorias: Auto-Ajuda
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